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DATA DA PUBLICAÇÃO 14/09/2016 | Internacional
Venezuela rejeita decisão que impede liderança do Mercosul, diz chanceler
Chanceler criticou acordo que impede Venezuela de assumir presidência.

'Não permitiremos violações dos Tratados", escreveu em seu Twitter.


A Venezuela rejeitou a decisão dos sócios fundadores do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - de impedir que exerça a presidência pro tempore do bloco, afirmou nesta quarta-feira (14) a chanceler Delcy Rodríguez.

"A Venezuela, em exercício pleno da Presidência Pro Tempore do MERCOSUL, e no resguardo de seus Tratados, rejeita a declaração Tripla Aliança", escreveu Rodríguez em seu Twitter, aludindo à Argentina, Brasil e Paraguai.

Ela continuou dizendo que a declaração torna vulnerável a legalidade da organização. "No Mercosul as decisões são adotadas por CONSENSO e respeitando as normas de funcionamento. Não permitiremos violações dos Tratados", escreveu.

Ela também escreveu que "pretender destruir o Mercosul mediante artimanhas antijurídicas é reflexo da intolerância política e do desespero de burocratas".

O acordo
Os quatro países fundadores do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – chegaram a um acordo na terça-feira (13) que impede a Venezuela de assumir a presidência do bloco. O grupo decidiu que conduzirá de forma conjunta a liderança do organismo sul-americano.

Os países fundadores também ameaçam suspender a República Bolivariana se, até 1º de dezembro, o país não se adequar às normas e acordos vigentes no Mercosul, anunciou o Itamaraty na noite desta terça.

Em nota assinada pelo ministro de Relações Exteriores, José Serra, o Itamaraty acrescenta que a declaração foi adotada "em razão do descumprimento, pela Venezuela, dos compromissos assumidos no Protocolo de Adesão ao Mercosul, assinado em Caracas em 2006, especificamente no que se refere à incorporação ao ordenamento jurídico venezuelano de normas e acordos" vigentes no bloco.

O prazo para que a Venezuela cumprisse com essa obrigação encerrou-se em 12 de agosto passado.

Por G1, em São Paulo
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