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DATA DA PUBLICAÇÃO 13/02/2014 | Economia
Vendas de leques tem alta de até 80% na região
Vendas de leques tem alta de até 80% na região Foto: Andréa Iseki/DGABC
Foto: Andréa Iseki/DGABC
Com as altas temperaturas registradas desde o início deste ano, o consumidor busca alternativas econômicas e práticas para driblar o calor excessivo e se refrescar. Neste cenário, comerciantes da região estão rindo à toa, já que estão registrando vendas de leques até 80% maiores em comparação com o mesmo período do ano passado. Com preços entre R$ 2,50 e R$ 5, o item compacto tem se tornado presença obrigatória na bolsa de mulheres.

A subgerente da loja Casa Mania do Calçadão Oliveira Lima em Santo André, Mari Santiago, afirmou que já ficou duas vezes sem o produto nos últimos dias. “Estão procurando muito. Quando ocorreu essa falta, eu tive que indicar outros comerciantes que também vendem leque. Estamos vendendo 80% a mais do que em 2013”, declara.

Manuelito Gomes Nize, proprietário de um box comercial no centro de compras Boulevard Itambé, na mesma cidade, precisa repor o item duas vezes por semana. “Estou vendendo 150 leques por semana. O que é muito bom; acho que, além do calor, as pessoas estão levando o item por causa do preço, que é R$ 3”, afirma.

Nize também está vendendo bonés e sombrinhas com proteção solar, para quem quer se proteger do calor, mas elege o leque como campeão de vendas. “Tenho vendido, em média, 20 sombrinhas por semana, cada uma custando cerca de R$ 10. Bonés e chapéus também ficam na mesma faixa de saída e preço. Em quantidade não se comparam com os leques, que eu estou vendendo em média 70% a mais do que no último verão.”

Quem também destaca o produto portátil entre as vendas de produtos no calor é a loja Michely Bijouterias, do Calçadão Oliveira Lima, em Santo André. “Estamos vendendo 60% a mais do que no ano passado. Isso representa uns 200 itens por semana, quando não acontecem casos como na última semana, quando uma senhora comprou sozinha 150 unidades”, contou a balconista da loja, Daniele Lopes. O produto pode ser encontrado nas lojas com preços de R$ 2,50 a R$ 5. Há opções em madeira e plástico.

CALOR - Segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), janeiro foi o mês mais quente dos últimos 70 anos no Grande ABC. E, fevereiro, não está ficando atrás, com médias de temperaturas na casa dos 35 graus.

A população que precisa ir às ruas utiliza objetos vendidos no comércio para reduzir a sensação térmica. A operadora de caixa Maria José Pereira, 53 anos, por exemplo, não sai de casa desprotegida. Além de abrir seu guarda-chuva, leva um arsenal anticalor em sua bolsa. “Ninguém aguenta ir para rua sem nenhuma proteção neste calor. Por isso, trago a sombrinha, garrafinha d’água (tipo squeeze) e leque. Comprei tudo no início do verão. E não me esqueço do protetor solar na pele exposta.”

Apesar da quantidade de pessoas que aderem aos guarda-chuvas para se protegerem dos raios do sol, segundo os comerciantes, eles continuam nas prateleiras. “Quem sai de sombrinha no sol já se organiza dentro de casa. Agora, quando há uma chuva e as pessoas estão na rua e são pegas de surpresa, vende bastante. O que vem com força é o leque e as garrafinhas, vendemos 50% a mais”, explicou a gerente da loja Angel Bijoux, localizada na Rua Marechal Deodoro em São Bernardo.

Comércio de squeezes cresce 50% em relação ao ano passado

Além dos leques, outro item facilmente encontrado no comércio são as garrafas tipo squeeze. Segundo os comerciantes, as vendas do produto aumentaram até 50% com a chegada do verão.

Segundo a subgerente da loja Casa Mania, de Santo André, Mari Santiago, as garrafinhas são o segundo item mais procurado, logo atrás dos leques. “Estamos dobrando as vendas”, diz.

Para a gerente da Angel Bijoux, de São Bernardo, os itens são vendidos na mesma proporção. “As garrafinhas são procuradas, junto com os leques. Por isso apostamos nas variedades do item.”

A auxiliar administrativa Juliana Sousa é uma adepta dos squeezes. Ela destaca a praticidade e a economia que o objeto traz. “Eu sempre ando com um dentro da bolsa, que já sai da minha casa cheio. Por ser térmico, ele conserva a água geladinha. Quando chego ao trabalho, vou enchendo conforme minha sede e saio de lá com ele também carregado.”

O valor dos squeezes varia de R$ 7 a R$ 10, quando o produto é em alumínio. As garrafinhas mais simples são encontradas em promoções, como quatro unidades por R$ 10.

Por Yara Ferraz - Diário do Grande ABC
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