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DATA DA PUBLICAÇÃO 03/02/2011 | Geral
Sindicatos se reúnem nesta quinta-feira para tentar pôr fim à greve de ônibus na zona leste
Indo contra o que foi determinado pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que declarou multa de R$ 100 mil por dia ao Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários Urbanos) caso prolongassem a greve, iniciada na última segunda-feira (31), parte dos funcionários da Himalaia, na zona leste da capital paulista, continua paralisada no início desta quinta-feira (3) por conta de um impasse trabalhista entre a viação e seus funcionários.

Sindicalistas que representam cobradores e motoristas de ônibus da viação Himalaia e seus patrões devem participar, na tarde desta quinta-feira, de reunião na sede do TRT em São Paulo, para tentar um acordo para pôr fim à paralisação. A informação é da assessoria de imprensa da SPTrans.

A greve de funcionários da garagem 2 da viação Himalaia afeta ao menos 90 mil usuários de transporte público da zona leste. O encontro também deve contar com a presença de representantes dos ministérios Público e do Trabalho.

Após a reunião, os sindicalistas realizarão uma assembleia com os funcionários e decidirão o futuro da greve, segundo o diretor do Sindmotoristas, Laercio Cristiano, conhecido como Boca. De acordo com Boca, se não houver acordo, os trabalhadores ameaçam fechar terminais de ônibus da capital paulista, a começar pelo terminal Parque Dom Pedro, na região central. No entanto, o sindicalista não explicou como o grupo pretende fazer isso.

Os funcionários da Himalaia alegam ter cruzado os braços porque seriam transferidos para a cooperativa Novo Horizonte sem o recebimento de direitos trabalhistas.

A SPTrans entrou com uma medida cautelar contra a Himalaia no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) na quarta-feira. De acordo com o órgão responsável pelo transporte de coletivos na capital paulista, enquanto durar a paralisação, os 100 ônibus acionados para a chamada operação Paese (Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência) continuarão operando em 11 linhas afetadas pela greve.

Por R7 e Natália Daumas, da Agência Record
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