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DATA DA PUBLICAÇÃO 24/03/2017 | Esportes
Seleção humilha o Uruguai
Seleção humilha o Uruguai Foto: MoWA Press
Foto: MoWA Press
Seis jogos e seis vitórias. O Uruguai era imbatível no Estádio Centenário, nas Eliminatórias. Era, porque a Seleção Brasileira, sob o comando de Tite, parece disposta a quebrar todas as marcas possíveis. Ontem, além de interromper a série invicta do rival em Montevidéu com incontestável goleada por 4 a 1, com três gols de Paulinho e um de Neymar, superou também o recorde de 1969 e pela primeira vez venceu sete vezes seguidas no qualificatório.

A matemática ainda não permite aos brasileiros comemorar a vaga na Copa do Mundo de 2018, na Rússia, com cinco rodadas de antecedência. Com 30 pontos, ainda podem ser alcançados pelo Equador, em quinto, com 20. Mas o carimbo no passaporte deve acontecer na terça-feira, às 21h45, em Itaquera, se vencer o Paraguai.

O excesso de confiança atrapalhou o início da Seleção Brasileira no jogo. Só assim é possível explicar o recuo malsucedido de Marcelo, que não contava com o arranque de Cavanni. O uruguaio chegou antes de Alisson na bola e sofreu pênalti, que ele mesmo converteu.

Tinham passado apenas nove minutos e a Seleção de Tite estava diante de seu maior desafio até então. Fora de casa, contra grande equipe – vice-líder, com 23 pontos – e pela primeira vez com resultado adverso no placar. Até então, em seis jogos pelas Eliminatórias, o Brasil só havia sofrido um gol, frente à Colômbia e marcado contra pelo zagueiro Marquinhos.

A Seleção reagiu da melhor maneira. Neymar chamou a responsabilidade e comandou as principais investidas ofensivas da equipe. A marcação dupla – às vezes tripla – sobre o astro abria espaços a outros jogadores. Paulinho foi quem melhor aproveitou e empatou com golaço de longe, aos 18.

O volante, aliás, parece outro jogador nas mãos de Tite. Foi assim também na época da dupla no Corinthians. Foi Paulinho quem apareceu na área para aproveitar rebote e virar, aos sete da etapa final.

O barulhento Estádio Centenário emudeceu. E o melhor, ao menos para os brasileiros, ainda estava por vir. Neymar, aos 29, fez valer o ingresso. Ele aproveitou chutão de Miranda, dominou e, com lindo toque por cobertura, marcou 3 a 1.

Mas nada tirava de Paulinho o protagonismo do confronto. Ele apareceu outra vez dentro da área, aos 47 e, com o peito, deu números finais ao duelo, em noite que o ex-corintiano jamais vai esquecer.

Por Anderson Fattori - Diário do Grande ABC
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