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DATA DA PUBLICAÇÃO 04/06/2011 | Saúde e Ciência
São Paulo inclui sarampo em campanha de vacinação contra a poliomielite
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá incluir a imunização contra o sarampo na campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil) que vai de 18 de junho a 1º de julho, em todo o Estado.

Todas as crianças com até seis anos de idade devem ser vacinadas. Se tiver de 0 a 1 ano, a criança recebe só a vacina contra a pólio; se tiver de 1 a 4 anos, recebe as duas vacinas; e se tiver de 5 a 6 anos, recebe só a vacina contra o sarampo.

O objetivo, segundo a secretaria, é proteger as crianças contra as duas doenças antes do período de férias. A meta é vacinar 3,17 milhões de crianças.

O anúncio vem após o registro de nove casos de sarampo no Brasil neste ano, todos relacionados à importação de um vírus que circula na Europa.

Em São Paulo, a secretaria analisa um caso suspeito de sarampo em uma criança da região de Campinas (a 93 km de São Paulo), as amostras iniciais já deram positivo para o vírus, mas ainda é preciso aguardar a contraprova.

No dia 10, a doença foi diagnosticada em um homem de 41 anos, também em Campinas. O paciente, que já teve alta hospitalar, visitou a Disney (EUA) e voltou no final de janeiro para o Brasil.

Sintomas

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. No início da doença o paciente apresenta febre, tosse, catarro, conjuntivite e fotofobia.

Em geral, os sintomas são acentuados, com aparecimento de manchas avermelhadas na pele. Sem tratamento, o quadro pode evoluir gravemente, com complicações respiratórias e doenças neurológicas.

A vacina contra o sarampo só é contraindicada para pessoas com história de reação grave a dose anterior ou a algum de seus componentes, e no caso de gravidez e de imunossupressão.

Já poliomielite é caracterizada por febre, mal-estar, cefaleia e pode causar paralisia. A secretaria afirma que vacina é segura e que os efeitos colaterais são extremamente raros.

O Estado não registra casos de paralisia infantil desde 1988, mas a vacinação é importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia.

Por Folha Online - São Paulo
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