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DATA DA PUBLICAÇÃO 11/10/2017 | Política
Ribeirão e Rio Grande caem em índice de gestão
A terceira edição do IEGM (Índice de Efetividade da Gestão Municipal), estudo feito pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) para avaliar as administrações municipais em São Paulo, apontou queda nos conceitos atribuídos às prefeituras de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Os números, relativos a 2016 – portanto, o último exercício dos governos anteriores –, colocam as duas cidades ao lado de Santo André com conceito C, considerado, conforme o levantamento, de baixo nível de adequação. As três prefeituras figuram na lanterna do ranking regional.

No ano passado, o Paço de Ribeirão ganhou nota B (gestão efetiva) – o que contabilizou a maior baixa de um exercício para outro na região –, enquanto o Executivo de Rio Grande da Serra obteve C+ (em fase de adequação). Santo André, por sua vez, já contava com a nota C (confira os conceitos abaixo).

Em todo Grande ABC, São Bernardo foi quem registrou a melhor nota (B+, gestão muito efetiva) da lista. São Caetano, Diadema e Mauá tiveram conceito B (trabalho efetivo) neste boletim.

Essas três cidades citadas estão dentro da média estadual – de nota B –, embora nenhum município da região tenha ficado entre os 20 melhores do Estado. O top 5 é formado por Santos, Quadra, Torre de Pedra, Macatuba e Indaiatuba. Os indicadores, compostos por sete setores, têm foco na análise da infraestrutura e processos das prefeituras, na tentativa de avaliar se a visão e objetivos estratégicos dos municípios foram alcançados de forma efetiva.

Os índices se referem aos governos de Carlos Grana (PT, Santo André), Luiz Marinho (PT, São Bernardo), Paulo Pinheiro (PMDB, São Caetano), Lauro Michels (PV, Diadema), Donisete Braga (PT, Mauá), Saulo Benevides (PMDB, Ribeirão Pires) e Gabriel Maranhão (PSDB, Rio Grande da Serra). Desses, somente Lauro e Maranhão continuam chefiando o Executivo.

Os estudos foram baseados nas respostas fornecidas pelas próprias prefeituras. A análise comparativa de 2015 para 2017 demonstra que a quantidade de municípios nas faixas C+ aumentou 297% (30 para 119). Com conceito C subiu 420% (de 10 para 52). E houve uma redução significativa na faixa B+ de 63% (de 198 para 74). Nenhuma cidade foi classificada no conceito de resultado A (altamente efetiva) em 2015, 2016 e 2017.

Em período de grave crise nas finanças, o planejamento de Santo André, por exemplo, recebeu nota C. A gestão fiscal e a Educação andreense ganharam conceito C+. Na vizinha São Bernardo, a Saúde, gestão fiscal e tecnologia pontuaram na faixa B. Já São Caetano teve C em planejamento, além de C+ na área de Saúde e gestão fiscal. Diadema levou nota C+ em planejamento e B dentro das análise de gestão fiscal e tecnologia.

Mauá ficou com nota C em planejamento e C+ em gestão fiscal. Ribeirão teve conceito C em gestão fiscal. Rio Grande apresentou C em meio ambiente, tecnologia e planejamento.

Por Raphael Rocha e Fábio Martins - Diário Online
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