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DATA DA PUBLICAÇÃO 22/02/2017 | Setecidades
Região põe na mesa debate para facilitar acesso a medicamentos
Região põe na mesa debate para facilitar acesso a medicamentos Foto: Denis Maciel/DGABC
Foto: Denis Maciel/DGABC
O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC e o governo do Estado reabriram ontem as discussões sobre a distribuição descentralizada de medicamentos de alto custo para as sete cidades, processo hoje concentrado no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. Durante o encontro, conduzido pela diretora do Departamento Regional de Saúde do Estado, Vânia Soares Azevedo Tardelli, os sete secretários municipais colocaram na mesa a necessidade de facilitar o acesso aos medicamentos, seja usando AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) ou com estruturas próprias, as quais demandariam investimentos.

No caso da primeira hipótese, apenas Santo André e Mauá poderiam utilizar equipamentos já existentes (contam com AMEs). Quanto às demais, seria preciso montar o espaço, embora exista a possibilidade de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra serem atendidas por Mauá.

Segundo o secretário de Saúde de São Bernardo, Geraldo Reple Sobrinho, os municípios também colocaram em discussão a possibilidade de o governo colaborar financeiramente para que criem suas estruturas. O objetivo da descentralização é garantir comodidade aos usuários.

“São propostas preliminares, mas temos de avançar nessa discussão para que cada município possa cuidar dos seus pacientes. O objetivo é dar conforto às pessoas que precisam desses medicamentos, facilitando o acesso, o que hoje não ocorre porque muita gente tem de se deslocar até Santo André”, explica o secretário, ao acrescentar que São Bernardo tem 11 mil pacientes que recorrem ao Mário Covas.

O prefeito de São Bernardo e presidente do Consórcio, Orlando Morando (PSDB), reiterou que chegar a um acordo sobre a descentralização está entre as prioridades da entidade: “É um modelo que está errado, que faz a população sofrer, pois boa parte tem de se deslocar de suas cidades e ficar em longas filas. Nossa obrigação é dar condições para que a população tenha conforto e satisfação com os serviços públicos.”

O projeto de ampliar os locais de entrega dos medicamentos começou a ser discutido em 2014, mas foi engavetado pelo Estado e substituído por modelo com fornecimento trimestral. Voltou à pauta do Consórcio após o Diário publicar, neste ano, reportagens nas quais apontava que os pacientes ficavam em média quatro horas na fila, espera que podia chegar a seis horas em dias de maior movimento. Isso, mesmo após o governo estadual ter realizado série de mudanças no serviço, como o aumento de guichês e na triagem de pacientes na unidade andreense.

Atualmente, com média de 2.000 atendimentos por dia, o serviço da farmácia de alto custo tem registrado problemas com superlotação.

Por Wilson Moço - Diário do Grande ABC
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