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DATA DA PUBLICAÇÃO 03/07/2014 | Saúde e Ciência
Quer fazer uma tatuagem? Médicos explicam quais os cuidados e riscos
Bem Estar desta quarta (2) mostrou também como o desenho é removido.

Não é indicado tatuar regiões com pintas para não mascarar problemas.



A decisão de fazer ou remover uma tatuagem pode ser bastante difícil, mas é preciso ter muita certeza antes de realizar qualquer um desses procedimentos. No Bem Estar desta quarta-feira (2), os dermatologistas Márcia Purceli e Luiz Torezan explicaram quais cuidados tomar antes de cada situação.

Antes de se tatuar, primeiro é importante ter certeza já que é uma decisão definitiva. Segundo a tatuadora Nina Paviani, é fundamental ainda verificar se as tintas e equipamentos usados têm a validação da Anvisa no rótulo, além de procurar sempre um profissional de confiança.

Na hora de escolher a região do corpo, também é preciso cuidado - a dermatologista Márcia Purceli explica que tatuar em cima de pintas, por exemplo, não é recomendável já que isso pode impedir que o médico avalie se há alguma mudança nas pintas, sinal de um possível câncer de pele. Regiões de pele mais fina, como calcanhar e mãos, também exigem um pouco mais de cuidado porque são as que mais causam dor. O dermatologista Luiz Torezan alerta ainda que quem já tem histórico de queloide também não deve se tatuar porque há o risco de problemas na cicatrização.

Depois de feita, é preciso cuidar da tatuagem – a dermatologista Márcia Purceli explica que o filme plástico colocado pelo tatuador funciona como um curativo fechado, que precisa ser trocado. O processo inflamatório na pele pode durar até uma semana, e se passar desse período, é importante ficar atento. Segundo os dermatologistas, vale lembrar ainda que há o risco de o desenho desbotar com o tempo por causa do envelhecimento da pele, como mostrou a reportagem do Rafael Castro.

Se a tatuagem desbotar ou a pessoa se arrepender e quiser removê-la, o dermatologista Luiz Torezan alerta que nem sempre a remoção consegue eliminar todo o pigmento. A técnica é feita com laser, que fragmenta o pigmento e faz com que ele caia no sistema linfático e seja eliminado pela urina ou ainda pela pele. De qualquer maneira, é melhor evitar ter que se submeter à remoção e ter muita certeza antes de se tatuar, como recomendaram os especialistas.

Por G1, em São Paulo
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