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DATA DA PUBLICAÇÃO 19/04/2012 | Cidade
Professores de Mauá pressionam governo por reposição salarial
Professores de Mauá pressionam governo por reposição salarial  Jesomar: categoria está insatisfeita e fala em deliberar sobre greve. Foto: Luciano Vicioni
Jesomar: categoria está insatisfeita e fala em deliberar sobre greve. Foto: Luciano Vicioni
Presidente do Sindserv não descarta deliberação sobre greve

Mesmo diante da negativa da Prefeitura de Mauá em conceder incrementos salariais aos servidores neste ano, os professores da rede municipal estão fazendo um movimento político para pleitearem reposição salarial com base, ao menos, na inflação acumulada de janeiro de 2011 a março de 2012. Na última sessão da Câmara, nesta terça-feira (17/04), um grupo de educadores e o Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) pediram para os vereadores os ajudarem a negociarem com o governo uma reposição de 5,81%, medida pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos).

O presidente do Sindserv, Jesomar Alves Lobo, disse que o reajuste será pleiteado para as demais categorias. “Há uma insatisfação muito grande de todos os servidores, e se a Prefeitura não der nenhuma reposição nós não descartamos discutir possibilidade de greve”, disse Lobo. Uma reunião foi realizada na manhã desta quarta-feira (18/04) entre o sindicato e secretária de Governo, Mariangela Souza Secchi. De acordo com Jesomar, a Administração disse que num prazo de até 15 dias apresentará um estudo econômico para avaliar o pedido de aumento. Os professores também pedem que o governo coloque em prática o Estatuto do Magistério, aprovado em fevereiro de 2002. No próximo sábado (21/04), o sindicalista diz que haverá uma assembleia para tratarem dessa pauta, e possíveis manifestações pontuais do funcionalismo.

Negociação frustrada - O Sindserv e o governo não conseguiram chegar a um acordo sobre pedido de reposição salarial de R$ 500, apresentado pela categoria em fevereiro. A ideia inicial era que a Prefeitura incorporasse aos salários dos servidores o abono de R$ 200 pago desde março de 2011, além de adicionar outro incremento de R$ 300. A Administração alegou insuficiência de recursos para sustentar a majoração. O fator tempo também se colocou como impeditivo nessa negociação. Isso porque, a Justiça Eleitoral não permite revisão da remuneração do funcionalismo e concessão de incrementos salariais em ano de eleições, restrição que passou a valer a partir do dia 10 de abril. Enquanto os educadores usam o espaço do Legislativo para se manifestarem com faixas e pressionam os vereadores, da tribuna os parlamentares tentam pegar esse gancho para criticarem o governo Oswaldo Dias (PT).

Por Rodrigo Bruder - ABCD Maior
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