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DATA DA PUBLICAÇÃO 09/08/2007 | Economia
Presentes estão até 15% mais baratos
Os consumidores do Grande ABC que decidirem presentear com roupas e acessórios no Dia dos Pais pagarão até 15% menos pelos itens neste ano em comparação com o igual período de 2006.

A queda do preço tem duas explicações: desvalorização da moeda norte-americana em relação ao real – que aumentou a importação de vestuários vindos da China, e impulsionou a concorrência no mercado interno –, e as liquidações da coleção outono-inverno, que oferecem descontos de até 50%.

A rede Vila Romana, por exemplo, reduziu os preços em decorrência do dólar e da concorrência. Assim, colocou à venda casacos, camisas e calças jeans com o valor até 40% menor do que o cobrado no início da estação.

Segundo o gerente da loja do ABC Plaza Shopping, Wagner Bezerra de Souza, a receita saldão mais queda do dólar, cuja etiqueta dos importados sofreu abatimento de 10%, deverá gerar na data um incremento de 20% neste mês.

Garbo - A Garbo é outra que por trabalhar com artigos importados diminuiu os preços em até 15%. “Com o dólar baixo, as peças saem com preço menor para o consumidor. Acredito em um incremento de até 70% destes artigos e 10% acima do Dia dos Pais do ano passado”, aposta Fábio Moreno, gerente no ABC Plaza.
No caso da Confidence, também de moda masculina, a data é a segunda melhor do ano para a loja – atrás apenas do Natal. De acordo com o gerente do estabelecimento no Shopping ABC, em Santo André, Robson Gomes, os negócios fechados neste ano serão até 30% superiores aos de 2006. “A confecção das roupas é própria, por isso nossos preços já são bem competitivos”, garante Gomes.

Otimismo - Apostando também em uma expansão nas vendas de 30% neste mês está a gerente da Remo Fenut do ABC Plaza, Priscila Lacerda de Alencar Crispim. “Neste ano as roupas estão baratas, temos camisa longa por R$ 24 e gravatas que saem por R$ 10”, diz a funcionária. Celular - A Claro é outra que está otimista com os negócios em 2007. Os celulares foram um dos itens que tiveram os preços mais congelados devido ao câmbio. Além disso, eles são os mais comercializados nas datas como Dia das Mães, Dia dos Namorados e agora, Dia dos Pais. Segundo a gerente da loja do Mauá Plaza, Franciane Gárcia, o estoque está até 70% mais abastecido do que no mesmo período do ano anterior. “Esperamos vender boa parte destes aparelhos.Tem celular que sai de graça se o comprador topar fazer o plano de 300 minutos”, explica Franciane.

=> Camisas e calças são os itens mais procurados pelos filhos

A maioria dos pais do Grande ABC deve ganhar camisas e calças neste ano. Isso porque as lojas estão liquidando estes itens, atentas ao incremento no fluxo de público na data. Os filhos e esposas da região pretendem gastar até R$ 100 com mimos para o homem da casa.

No caso da web designer e moradora de Santo André Patrícia Aravecchia, o pai não será o único agraciado com uma lembrança – o marido e o sogro também ganharão presentes.

“Os preços estão melhores neste ano do que em 2006. Consegui comprar os três presentes gastando apenas R$ 250”, comenta Patrícia.

Rita Feijó, dona de casa, optou por levar uma calça e uma camisa por causa do preço baixo. “Pretendo gastar no máximo R$ 100”, diz. “Sempre compro antes, nunca deixo para a última hora.”

Já Simone Carmoni foi com a família – a filha Maria Eduarda e o marido Gustavo – até o shopping para pesquisar preços e tentar arrancar de Gustavo alguma dica de presente. “Quero gastar até R$ 50, mas ainda não sei o que comprar”, diz Simone.

=> Alta carga tributária chega a dobrar custo dos produtos

Apesar dos produtos apresentarem preços mais competitivos neste Dia dos Pais as taxas tributárias cobradas em cada um deles ultrapassam 50%. Ou seja, em alguns casos, os impostos dobram o custo do presente.

Assim, os filhos podem deixar de levar um produto mais moderno em virtude dos preços abusivos.

Segundo a pesquisa realizada pela VerbaNet Legislação Empresarial Informatizada, o perfume importado, por exemplo, o tributo embutido é de 52,4%. “Ou seja, se compro um perfume importado por R$ 100, quase 53% do valor é imposto”, afirma o consultor-contador da VerbaNet, Ernesto Dias de Souza. Se o produto for nacional, esse percentual é um pouco menor (49,27%).

Os tributos também são fartos nos eletroeletrônicos. Segundo Souza, um notebook, mesmo com a desoneração realizada pelo governo federal nos últimos tempos, ainda tem um grande volume de tributos incidentes: 36,65%. É o mesmo percentual embutido em um MP3 Player.

“A saída para fugir dos impostos são os livros, que têm carga tributária de 13,88%”, comenta o consultor.

Por Verônica Lima - Diário do Grande ABC
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