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DATA DA PUBLICAÇÃO 11/02/2008 | Política
Menos vereadores querem a Prefeitura
A eleição municipal deste ano no Grande ABC apresentará uma diferença importante em relação ao pleito de 2004. Desta vez, menos vereadores estão dispostos a arriscar o cargo legislativo em detrimento de uma disputa ao Executivo.

A pouco menos de oito meses das eleições, apenas quatro parlamentares da região deixarão a reeleição de lado para tentar a Prefeitura: Aidan Ravin (PTB-Santo André), Horácio Neto (Psol-São Caetano) e Diniz Lopes (PSDB-Mauá) candidatos a prefeito, e Carlos Polisel (PSDB-Mauá) a vice.

Há quatro anos, ainda que a diferença não seja grande, seis nomes optaram pela eleição majoritária. Em São Caetano, Hamilton Lacerda (PT) e Tite Campanella (PLF, atual DEM) foram candidatos a prefeito.

Na petista Diadema, Manoel José da Silva, o Adelson (PSB), foi candidato a vice de José Augusto da Silva Ramos (PSDB). Mauá também contou com dois prefeituráveis: Admir Jacomussi (PPS) e Chiquinho do Zaíra (PSB). Por fim, Gilvan Mendonça disputou o Paço em Rio Grande da Serra pelo PPS.

Especialistas apontam que o desinteresse por parte dos vereadores é uma tendência. “Os parlamentares estão cada vez mais experientes. Perceberam que não é fácil encarar uma eleição majoritária. Para tentar chegar ao cargo de prefeito é preciso muita influência no município. Portanto, eles preferem se acomodar no cargo de vereador e não arriscar vôos maiores”, assegura Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral.

Segundo ele, há uma fórmula a ser seguida para garantir sucesso em pleitos majoritários. “Após ser eleito vereador há de se tentar ser secretário, vice-prefeito ou então deputado. Este é o caminho para emplacar o nome e voltar com mais força para disputar a Prefeitura.”

Outros nomes - Apesar de somente quatro parlamentares terem oficializado candidatura ao Executivo até o momento, muitos legisladores estão envolvidos em especulações para a disputa. Pelo menos sete pessoas são cotadas como possíveis candidatas a prefeito em três cidades.

Em Santo André, os boatos recaem sobre Donizeti Pereira (PV), José Ricardo (PSB) e Sargento Juliano (PMDB). Curiosamente, os três também aparecem na lista de prováveis vices na chapa encabeçada pelo PT.

Mauá e Ribeirão Pires têm dois nomes cada aventados como possíveis prefeituráveis. Lourival Lolô Rodrigues Fargiani (PDT) e Cincinato Freire (PSDC) são cartas na manga de seus respectivos partidos para a administração mauaense. Lolô é também um dos favoritos para ser vice de Chiquinho do Zaíra (PSB).

Em Ribeirão Pires, Ednaldo de Menezes, o Dedé (PPS), não descarta nenhuma hipótese. Pode encabeçar chapa a prefeito, ser vice do atual chefe do Executivo (Clóvis Volpi, do PV) ou mesmo disputar a reeleição no Legislativo, no qual é presidente atualmente.

Outro nome a ganhar força na cidade recentemente é o da petista Elza da Silva Carlos, a Professora Elzinha. Ela tornou-se a preferida da sigla após a ex-prefeita Maria Inês Soares desistir de entrar na briga pelo Paço alegando falta de consenso em prol da sua candidatura.

Mais possibilidades - Uma das saídas mais ‘fáceis’ para um vereador disputar o Executivo é a vice-prefeitura. Outros tantos nomes fazem parte de um leque de opções para prováveis alianças.

Em São Caetano, há ao menos quatro parlamentares cotados para ser vice do prefeito José Auricchio Júnior (PTB), o qual tentará a reeleição em outubro. São eles: Ângelo Pavin (PTB), Gilberto Costa (PP), Paulo Pinheiro (PTB) e Moacyr Rodrigues (DEM).

Na cidade de Diadema, Marco Antônio Ernandez, o Marquinhos (PT), e Regina Gonçalves (PV) estão interessados em ser vice do deputado estadual Mário Reali. Especula-se, no entanto, que as chances de ambos são remotas.

José Walter Tavares (PcdoB) é o primeiro da lista para ser vice do candidato a ser lançado pelo PPS em São Bernardo – cujo nome sairá da família Manente, o pai Otávio (ex-secretário de Obras) ou o filho Alex (deputado estadual).

Por fim, Paulo Eugênio Pereira Júnior lançou-se internamente no PT de Mauá para ser o vice de Oswaldo Dias. Ventila-se que ele é o favorito a ficar com a vaga no caso de os petistas optarem por chapa pura.

Por Leandro Laranjeira e Rita Donato - Diário do Grande ABC
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