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DATA DA PUBLICAÇÃO 30/08/2016 | Cidade
Mauá aceita pagar R$ 21,94 pelo quilo das almôndegas
Mauá aceita pagar R$ 21,94 pelo quilo das almôndegas Foto: Denis Maciel/DGABC
Foto: Denis Maciel/DGABC
O já elevado preço da almôndega destinada à merenda escolar sairá ainda mais caro aos cofres públicos de Mauá. O governo do prefeito Donisete Braga (PT) aceitou ontem, em novo pregão presencial, a proposta da empresa Belamesa Comércio de Produtos Alimentícios em Geral Eireli, da Capital, pagar R$ 21,94 pelo quilo do alimento.

Até novembro de 2014, a administração despendia R$ 10,30 na compra da almôndega – contrato com a Boscatti Indústria e Comércio Ltda. Esse valor foi superfaturado em quase 100% depois de março de 2015, quando a gestão Donisete arrematou esse item por R$ 20, pagos em novo contrato, este com a BH Foods Comércio e Indústria Ltda. O Diário acompanha o caso desde o dia 15 de julho.

O pregão de ontem definiu a Belamesa com os lotes um, três (carnes bovina e suína, respectivamente) e quatro (embutidos). Os lotes dois (aves) e cinco (peixes) ficaram com a também paulistana Fênix Indústria e Comércio de Alimentos Ltda.

As duas empresas não chegaram a concorrer entre si pelo fornecimento dos mesmos gêneros alimentícios. Isso porque apresentaram propostas de lotes distintos. Ou seja, o grupo de alimento que uma não se propôs fornecer, a outra mostrou interesse e vice-versa. Portanto, não houve disputa de lances. Os valores só sofreram reduções por conta do poder de negociação da Prefeitura.

Se homologados os dois contratos, a Belamesa receberá ao todo R$ 1,19 milhão por um ano, enquanto que o convênio com a Fênix será de R$ 536.304, pelo mesmo período. As companhias têm até hoje para apresentar a recomposição de preços.

Foi a terceira tentativa do Paço em contratar fornecedora de diversos tipos de carnes à alimentação do sistema municipal de ensino. A primeira, realizada em 22 de julho, foi considerada deserta. A segunda, do dia 8, teve a Jade AZ Comercial de Alimentos Eireli EPP declarada vencedora. Porém, em meio às polêmicas de superfaturamento das almôndegas, ela provocou sua própria desclassificação e o certame novamente fracassou. A companhia tinha exigido inicialmente R$ 20,03 pelo quilo do alimento.

Desta vez, o Paço modificou o edital e retirou a exigência de realização de visita técnica como requisito obrigatório.

Praticamente todos os gêneros alimentícios arrematados ontem, em comparação com licitações anteriores, sofreram aumento de preço mesmo com a elevação da quantidade exigida em edital. Teoricamente, pela política de preços do mercado, quanto maior a compra, maior seria a economia. No caso do peixe, por exemplo, a Fênix já forneceu o insumo ao município por R$ 17,50 o quilo, em quantidade total de 6,5 toneladas. Nesse novo acordo, o contrato é de fornecer duas toneladas a menos com apenas R$ 1 de desconto pelo quilo – sairá a R$ 16,50.

Por Junior Carvalho - Diário do Grande ABC
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