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DATA DA PUBLICAÇÃO 19/02/2015 | Cidade
Manoel Lopes tem nova liminar e briga por vaga continua em Mauá
Mesa Diretora ainda não definiu quem ocupa a cadeira na sessão desta quinta-feira (19/02): Manoel ou a suplente Wanessa Bomfim (PMDB)

Mais uma vez a Câmara de Mauá vive clima de indefinição diante do processo de cassação do vereador Manoel Lopes (DEM), que obteve nova liminar, desta vez junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para ser reconduzido ao cargo.

Enquanto isso, o processo por abuso de influência do cargo, quando disputava a reeleição em 2012, é analisado pela corte. Dessa forma, a Mesa Diretora ainda não definiu quem ocupa a cadeira na sessão desta quinta-feira (19/02): se Manoel ou a suplente Wanessa Bomfim (PMDB), que ocupa a vaga desde a semana passada.

Em reunião realizada após a medida cautelar concedida pelo TSE na sexta-feira (13/02), a Mesa Diretora decidiu que acatará imediatamente a decisão de reconduzir Manoel à cadeira, desde que seja notificada pelo cartório eleitoral a tempo, antes de reabrir os trabalhos após o feriadão de Carnaval. Com isso, o presidente Marcelo Oliveira (PT) pode esperar uma situação de “saia justa”, tendo Wanessa e Manoel presentes na sessão e brigando pelo posto.

Essa seria a segunda vez que o episódio ocorreria. Em outubro do ano passado, Wanessa chegou a ocupar a cadeira de Manoel pelo mesmo processo, mas o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) concedeu liminar enquanto julgava os embargos de declaração para reverter a cassação. Na ocasião, o então presidente Paulo Suares (PT) abriu procedimento interno para analisar a decisão judicial, permitindo que a peemedebista participasse da sessão.

Entre derrotas e vitórias -No fim de janeiro, o TRE-SP rejeitou os embargos de declaração e consequentemente revogou a liminar impetrada pela defesa de Manoel, que pedia a manutenção do parlamentar na Casa. O vereador é acusado de distribuir cartas pedindo votos pela reeleição como vereador nas dependências de uma escola estadual.

Na atual legislatura, Manoel foi o segundo parlamentar que sofreu cassação do diploma. Em junho de 2013, o humorista Ivan Gomes (PRB), o Batoré, também perdeu o cargo no Legislativo por infidelidade partidária junto ao TRE-SP, cedendo lugar ao Adelto Cachorrão (PP). No entanto, o comediante ainda não conseguiu reverter a decisão.

Por Bruno Coelho - ABCD Maior
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