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DATA DA PUBLICAÇÃO 26/07/2011 | Esportes
Mano pede fim de ''terrorismo'' e se vê no caminho certo
Mano Menezes garantiu nesta segunda-feira que o fracasso na Copa América em nada afetará sua proposta ofensiva de jogo. O treinador da seleção reforçou a confiança nos seus pensamentos e pediu que esta também fosse compartilhada no ambiente externo do grupo brasileiro.

"É mais fácil jogar no erro do adversário. Com a pressão sobre os técnicos, é mais cômodo. Quando não tem resultado, colocam em questão o treinador. É preciso parar de fazer certo terrorismo com o resultado de uma partida. Vamos dar mais estabilidade à seleção, pelo menos externamente. Queremos voltar a correr riscos novamente para encontrarmos o futebol que todos querem ver", disse.

Mano convocou 23 jogadores para o amistoso contra a Alemanha, no próximo dia 10 de agosto. Será a primeira partida desde a eliminação nas quartas de final da Copa América, diante do Paraguai, nos pênaltis. O jogo também tem outro simbolismo: marcará um ano do treinador à frente da equipe nacional.

Para Mano, o balanço do período é positivo, mesmo com alguns tropeços, como as derrotas para Argentina e França, além dos empates com Holanda, Venezuela e Paraguai.

"Foi um ano muito intenso na condução do trabalho, da responsabilidade que é dirigir a seleção. Acho que estamos caminhando na direção certa. Disse isso depois da derrota, quando é mais difícil dizer. Não vamos usar desculpas, como ouvi recentemente, porque não é minha maneira de conduzir o trabalho. Queimar etapas sempre traz um risco maior. Essa agenda intensa de amistosos vai contribuir muito para que tenhamos as avaliações do que é o trabalho.

A linha de trabalho de Mano continuará a mesma também na escolha dos rivais. Segundo o treinador, a seleção vai permanecer enfrentando rivais de primeiro nível, como já fez diante de Holanda, Argentina e França.

"Temos essa necessidade, já que não teremos Eliminatórias. São grandes adversários. Isso não era comum antes porque não tinha essa necessidade. Porque a seleção não seria anfitriã de um Mundial. Precisa dar rodagem contra jogadores desse nível. É um risco maior, mas ideal pelo que teremos pela frente", afirmou.

Por Folha Online - Lancepress
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