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DATA DA PUBLICAÇÃO 18/09/2017 | Política
Maioria dos derrotados em 2016 vai ficar fora das urnas em 2018
 Maioria dos derrotados em 2016 vai ficar fora das urnas em 2018 Foto: Montagem/DGABC
Foto: Montagem/DGABC
A maioria dos derrotados na tentativa de reeleição às prefeituras do Grande ABC decidiu ficar fora também do pleito do ano que vem, seja para Assembleia Legislativa ou Câmara Federal. Dos quatro então prefeitos que sofreram reveses nas urnas em 2016, apenas Donisete Braga (PT), de Mauá, se articula para figurar nas urnas no próximo pleito.

Além de Donisete, que perdeu a reeleição para Atila Jacomussi (PSB), os políticos que não conseguiram se manter nos Paços de suas cidades foram Carlos Grana (PT), para dar lugar a Paulo Serra (PSDB), em Santo André; Paulo Pinheiro (PMDB), em São Caetano, que ficou atrás de José Auricchio Júnior (PSDB); e Saulo Benevides (PMDB), que perdeu para Adler Kiko Teixeira (PSB).

Donisete deve ser candidato a deputado estadual, cargo que ocupou entre 2001 e 2012, antes de ser prefeito de Mauá. Os outros três dizem que darão um tempo no cenário político da região.

No caso de Paulo Pinheiro, que assumiu recentemente a presidência do PMDB em São Caetano, a ideia é se manter fora dos holofotes das candidaturas partidárias. “Não vou ser candidato (em 2018). Foram muitas eleições, uma em cima da outra. Primeiro vereador, depois candidato a deputado estadual, perdi. Depois prefeito (em 2012), e aí acabou a eleição de prefeito (2016, que Pinheiro perdeu). Vou apoiar (pessoas). Vamos dar força para candidatos do PMDB. Quem estiver na base de apoio. Vamos nos esforçar. Não quero pensar nisso (eleição), vou dar uma respirada, dar uma pausa política, como candidato”, explicou Pinheiro. Médico, o peemedebista tem se dedicado à família – em especial aos netos – desde que saiu do Palácio da Cerâmica.

No caso de Saulo Benevides, a política está fora de cogitação no momento. O peemedebista conseguiu ficar apenas com a sexta colocação na corrida eleitoral de Ribeirão Pires em 2016, registrando míseros 1.616 votos. “Pretendo descansar da política agora. Estou com minha empresa de assessoria política, com alguns clientes. Quem sabe no futuro (volte para o cenário da cidade)”, prospectou.

Carlos Grana, que perdeu o pleito em Santo André e, recentemente, foi eleito para comandar o Macro PT ABC (o setor regional do petismo), chegou a ser cogitado para sair como candidato a deputado federal, mas essa ideia acabou sendo deixada de lado. O ex-prefeito petista já afirmou que ficará fora das urnas em 2018. “ Pretendo eleger o (Luiz Inácio) Lula (da Silva, ex-presidente da República e que tenta ser presidenciável novamente). Segunda prioridade é eleger o (Luiz) Marinho (ex-prefeito de São Bernardo) como governador. Depois, reeleger Luiz Turco como deputado estadual e eleger Eduardo Leite (atual vereador de Santo André) para deputado federal. É o mais viável para Santo André e para o Grande ABC”, acredita.

A postura dos três contrasta com o que foi visto nas eleições de 2012 e 2014 na região. Em 2012, Aidan Ravin (PSB) e Mário Reali (PT) perderam as reeleições nas prefeituras de Santo André e Diadema, respectivamente. Dois anos depois, ambos lançaram candidaturas a deputado federal, mas não obtiveram êxito – Aidan recebeu 50.473 votos e Reali, 52.112.

Por Felipe Siqueira - Especial para o Diário
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