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DATA DA PUBLICAÇÃO 04/06/2014 | Cultura
Justin Timberlake encerra Rock in Rio Lisboa com show para 72 mil pessoas
Ele cantou Michael Jackson e Springsteen; esposa Jessica Biel assistiu.

Jessie J e rapper MacMiller também se apresentaram no Palco Mundo.


A última noite do Rock in Rio Lisboa levou 72 mil pessoas à Cidade do Rock para ver Justin Timberlake neste domingo. Coincidentemente, dois ex-integrantes de boy bands, grupos geralmente associados a cantores que não aguentam o tranco de uma carreira solo pós-banda, fecharam o primeiro e o derradeiro dia da edição deste ano do festival. Em 25 de maio, Robbie Williams havia sido o escolhido para ser atração principal.

O público total do evento em Portugal foi de 345 mil pessoas, segundo a organização do festival português. A música de despedida do Palco Mundo foi "Mirrors", uma das melhores do repertório de Timberlake. O setlist do cantor americano teve canções de seus quatro discos, mas também foi reforçado por trechos de canções de Bruce Springsteen ("Dancing in the dark") e Michael Jackson ("Human Nature").

Timberlake compensa a discografia ainda carente de grandes canções com passos de dança muito bem calibrados e arranjos grandiosos. Ele é escudado pela big band Tennessee Kids, que mostra o quanto o rapaz anda bem acompanhado. Por falar nisso, a esposa do cantor, a atriz Jessica Biel, estava no backstage.

Bailão animado e tampão ‘revolts’
Jessie J fez apresentação mais intensa do que a da edição carioca do Rock in Rio. A britânica encerrou o show com seu maior hit, "Price tag", mas soube entreter a plateia no restante da apresentação.

O show é um bailão, com hits de outros artistas como Bruno Mars ("Treasure") e Oasis ("Wonderwall"). Ela anda perto da grade em "Who you are" e "Excuse my rude", quando interage com seus fãs e os de Justin. Jessie agradeceu Justin por ele a ter chamado de "uma das melhores cantoras do mundo". "Isso me deu confiança", contou ela.

MacMiller, rapper americano de 22 anos, fez o que se espera de uma atração escolhida de última hora. Bem pouco. Ele foi incluído na programação após desistência de Nile Rodgers, icônico guitarrista que alegou problemas na agenda para cancelar seu show.

Ainda no começo, MacMiller simula estar se masturbando, o que se repete vez ou outra. A coreografia parecia ser um tanto fora de lugar, por conta da grande presença de pais e filhas no evento. A primeira metade do show é raivosa (com muitos palavrões) e a segunda traz um rap mais melódico, com partes cantaroláveis. Mas o que prevaleceu foi a sensação de estarmos diante de um artista tampão, mais para "revolts" do que para intenso.

Por Braulio Lorentz - G1, em Lisboa (Portugal) - o jornalista viajou a convite do festival
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