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DATA DA PUBLICAÇÃO 19/12/2017 | Cidade
Integração entre CPTM e ônibus depende de Mauá
Integração entre CPTM e ônibus depende de Mauá CPTM aguarda, há três meses, documentos para retomada de convênio, suspenso há quase dois anos. Foto: Denis Maciel/DGABC
CPTM aguarda, há três meses, documentos para retomada de convênio, suspenso há quase dois anos. Foto: Denis Maciel/DGABC
A volta da integração tarifária entre o sistema de ônibus municipal de Mauá e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) está a um passo de ser efetivada. Após 12 meses de negociação entre os órgãos públicos, a retomada do convênio depende apenas da assinatura de representantes legais do município para que o beneficio volte a ser concedido a moradores da cidade.

De acordo com a CPTM, os documentos necessários para que o novo acordo de integração seja firmado foram encaminhados no dia 22 de setembro para a Prefeitura de Mauá. Desde então, o governo estadual aguarda a devolução dos termos para dar sequência à concessão do benefício. “Sem os respectivos documentos assinados, não há previsão de retomada (da integração)”, explica, em nota, a companhia.

Conforme a Prefeitura, tais documentos ainda passam por análise “para que os termos atendam à necessidade dos usuários do transporte coletivo da cidade”. A administração municipal não deu prazos para que o processo seja concluído.

Iniciada em setembro de 2014, a integração tarifária concede desconto de R$ 0,50, por viagem, para passageiros que utilizam ônibus municipais de Mauá e, posteriormente, fazem baldeação na Estação Mauá da CPTM, ao lado do terminal central de ônibus da cidade.

O benefício, no entanto, foi suspenso em 9 de março do ano passado após a antiga gestão municipal, chefiada pelo ex-prefeito Donisete Braga (PT), não honrar compromisso firmado com a companhia estadual, que previa o repasse dos custos gerados com o desconto fornecido aos usuários durante a baldeação, na ordem de R$ 1,05 milhão.

À época, conforme noticiado pelo Diário, após o calote, a CPTM chegou a incluir o nome da Prefeitura de Mauá no Cadin (Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais), registro que verifica pendências financeiras de municípios com órgãos do governo estadual.

Com o nome negativo e dificuldades para oficializar novos convênios, a Prefeitura de Mauá chegou a firmar, no fim do ano passado, acordo com a CPTM para quitar o débito. Porém, coube ao atual prefeito Atila Jacomussi (PSB) iniciar tratativas com a companhia estadual para retomar o benefício.

Com o retorno da integração tarifária, existe a expectativa por parte de moradores de que o benefício, desta vez, seja estendido para a Estação Guapituba da CPTM, que integra o itinerário da Linha 10-Turquesa. A proposta, contudo, não é confirmada pela companhia estadual nem pela Prefeitura de Mauá.

Atualmente, segundo a CPTM, média de 62,2 mil embarques por dia são registrados nas três estações de trens instaladas no município, sendo 48,1 mil no Centro, 8.100 na Guapituba e 6.000 em Capuava.

Por Daniel Macário - Diário do Grande ABC
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