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DATA DA PUBLICAÇÃO 10/09/2007 | Cultura
Imbecilidade sem limites
No dia 12 de abril de 2004, em Blerick, na Holanda, um rapaz tentou se mostrar aos amigos saltando de um carro a 32 km/h. Ele achava que conseguiria correr atrás do veículo, pular para dentro e voltar a dirigi-lo, mas bateu a cabeça no asfalto e morreu.

Meses antes, em Nova York, uma mulher decidiu recuperar seu telefone celular nos trilhos do metrô, momentos antes do trem se aproximar da estação.

Foi por causa de histórias como essas sobre “mentes brilhantes” que a bióloga molecular americana Wendy Northcutt decidiu criar, em 1993, os Darwin Awards.

Inspirado no pai da teoria da evolução, Charles Darwin, o prêmio é “concedido” às pessoas que ajudam a melhorar a espécie humana encerrando sua participação nela.

"Meu primo Ian me enviou por e-mail a história de um dos premiados, e aquele olhar irônico sobre a evolução humana mexeu com a minha veia científico-humorista. Eu queria, eu ‘precisava’ descobrir mais histórias assim!”, conta Wendy em seu livro Darwin Arwards - Os Campeões da Idiotice (Matrix, 272 págs., R$ 34).

oi assim que a bióloga criou o site www.darwinawards.com, que hoje conta com mais de 700 casos com desfechos desastrosos. Na página, em inglês, os internautas lêem as histórias sobre as mortes mais estúpidas já noticiadas e escolhem as suas favoritas.

A mais votada no ano passado, por exemplo, é sobre um homem de 60 anos na Inglaterra que, por não conseguir largar o vício no cigarro, acabou morrendo queimado.

Internado em um hospital para curar uma doença de pele, Phillip teve o corpo untado por um creme cuja substância principal era parafina. Seu médico o aconselhou a não fumar, pois o remédio era inflamável, mas ele não resistiu e ... o resto já se pode imaginar.

Brasileiro - O Brasil, inclusive, aparece nos Darwin Awards com o “vencedor” da premiação em 2003. O caso mais votado naquele ano foi o de um homem chamado Manoel, cujo trabalho era limpar reservatórios de caminhões-tanque. Mas ele aparentemente esqueceu qual era sua profissão e acendeu um isqueiro dentro de um reservatório vazio, repleto de vapores inflamáveis. O motivo: o local estava muito escuro e ele não conseguia enxergar.

Metodologia - Wendy Northcutt criou várias regras para eleger um candidato aos Darwin Awards. Os casos enviados passam pelo crivo de moderadores e são disponibilizados para votação na página. Os melhores entre os escolhidos pelo público são cadastrados por Wendy no “Arquivo Permanente” do site.

Mesmo não premiados, casos de desventuras idiotas muito boas que não terminaram em morte estão no site, assim como relatos pessoais impossíveis de serem comprovados.

Os melhores relatos, tanto comprovados como contados por leitores, entraram no livro, que foi dividido por categorias como: veículos, mulheres e animais. Cada capítulo ainda contém um artigo escrito por diferentes autores, que debatem temas relacionados à evolução da espécie.

Por Carla Navarrete - Diário Online
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