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DATA DA PUBLICAÇÃO 15/06/2009 | Cidade
Idosos de Mauá criticam área de saúde pública
A maioria deles mora há 40 anos em Mauá. Viram a cidade se transformar de uma localidade pacata em distrito industrial, e criaram um vínculo afetivo muito forte com o município, considerado o melhor em termos de qualidade de vida para idosos no ABC, de acordo com o Índice Futuridade – apresentado no fim do mês passado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado (Seads).

Apesar desse amor que nutrem pelo município, os idosos não deixam de tecer críticas, principalmente para a saúde pública. Com 73 anos, 40 deles em Mauá, Olvídio José dos Anjos é uma dessas testemunhas da história. “Na época que cheguei não tinha nada, agora, isso é praticamente uma Nova Iorque, tem de tudo”, destacou o aposentado, qe ainda aproveitou para criticar. “O transporte está uma porcaria, e a saúde também. Nesse tempo as coisas mudaram muito, para melhor e para pior”, ressaltou. Para Ari Roberto Soares, que vive no município desde os anos 60, outro problema de Mauá, além da saúde, é a
falta de atividades para idosos. “Mas existem os parques Desde janeiro, Eduardo Nogueira aguarda consulta médica para frequentar”, comentou.

De acordo com o Índice Futuridade, Mauá ocupa a colocação de número 307 dentre os 645 municípios do Estado em qualidade de vida para os idosos, a frente de São Caetano, cuja população com mais de 60 anos corresponde a 17% dos 147 mil habitantes. Uma das principais razões para o resultado é a existência de um Conselho Municipal do Idoso, que, entretanto, está há seis meses sem presidente.

Segundo a diretora de Monitoramento e Avaliação da Seads, Márcia Bandeiras, os dados utilizados pela pesquisa foram retirados da base da própria secretaria e da Fundação Seade, e deverão ser atualizados anualmente. Para Márcia, o fator saúde pública dos idosos teve grande influência no resultado final da pesquisa.

Assim como os outros idosos ouvidos pela reportagem, Eduardo Moreira, que há 25 anos vive no Jardim Camila, não poupa críticas aos problemas na saúde. “Tenho parentes em São Paulo que falam para me mudar para lá, mas não quero. O problema aqui é a saúde. Desde janeiro tento passar em um dermatologista, mas falam que eu preciso marcar primeiro uma consulta com o clínico geral”, explico

Por Evandro Enoshita - Diário Regional / Foto: ronaldinhofamilia.blogspot.com
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