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DATA DA PUBLICAÇÃO 09/09/2013 | Economia
Galerias entram no espaço das lojas de rua e shoppings
Galerias entram no espaço das lojas de rua e shoppings Galeria das Flores alia conforto de shopping e fácil acesso de loja de rua. Foto: Adonis Guerra
Galeria das Flores alia conforto de shopping e fácil acesso de loja de rua. Foto: Adonis Guerra
Espaços comerciais tê­m conforto e segurança para compras e custo menor para o lojista

Fazer as compras com o conforto e a segurança dos grandes shoppings aliada à facilidade de acesso comum às lojas de rua é o desejo de todo consumidor. E é isso que empreendimentos como a Galeria das Flores, na rua João Pessoa, em São Bernardo, e o centro comercial Promomix, na avenida Robert Kennedy, na mesma cidade, oferecem aos clientes.

Beatriz Setti Braga, idealizadora da Galeria das Flores, afirma que o tipo de negócio que implantou é comum em países da Europa e acredita que ele tem tudo para dar certo no Brasil. “É uma tendência mundial. É como um shopping de bairro que permite a quem mora no entorno fazer compras, tomar um café, ou simplesmente passear”, comenta.

O empreendimento, bem sofisticado, conta com dez lojas variadas – presentes, roupas para adultos e para crianças, cafeteria, sapatos, bolsas, salão de beleza etc. Nenhuma concorre com a outra. É um conceito bastante diferente das tradicionais galerias existentes na Região. Mas a maior vantagem está no preço de locação, bem inferior ao praticado nos shoppings.

Aluguel mais em conta - “Em determinados shopping centers uma área de 100 m² custa R$ 25 mil por mês. Aqui eu pago R$ 7,5 mil”, conta a empresária Jaqueline Marques, proprietária do salão de beleza Jackie’s Beauty. Jaqueline, aliás, afirma estar muito satisfeita com a escolha. “Nós temos a mesma segurança de um shopping, dia e noite, e a funcionalidade de um espaço aberto, próximo à rua. No nosso caso, a localização é ótima. Estou aqui há quase dois meses e gosto da clientela tanto no que diz respeito à quantidade quanto à qualidade”.

A ideia agradou de tal forma que Beatriz pretende ampliar o espaço, previsto para ser inaugurado ainda em setembro. Um terreno bem ao lado já está sendo preparado para abrigar mais uma dezena de lojas e um estacionamento, o que aumentará a funcionalidade. E o combinado é que a parte ampliada será preenchida com lojas de outros segmentos, para que uma não concorra com o outra dentro do empreendimento.

Empreendimento não cobra luvas e aluguel é menor

Com conceito mais próximo de um shopping no que diz respeito ao formato arquitetônico, mas totalmente diferente quanto ao custo, o Shopping Promomix, na avenida Robert Kennedy, também é exemplo de centro de compras criado para preencher o espaço deixado pelo comércio tradicional.

Conforme Valquíria Marques, responsável pelo departamento de Marketing, o Promomix tem mais de 70 lojas e atrai público diversificado, de todas as classes sociais. “É como um shopping center. Quem vem aqui pode fazer compras, se divertir e comer alguma coisa na praça de alimentação”. Para o lojista, o diferencial é o custo, já que o empreendimento não cobra luvas. “O dinheiro das luvas pode ser usado para investir na loja”, afirma Valquíria.

Proprietário do restaurante Grill, Cristiano Freitas afirma que investir no shopping é melhor do que na rua. “Estou aqui há quatro anos e não posso reclamar. Tenho mais segurança, público satisfatório e meu aluguel é menor do que o que eu pagava quando tinha um restaurante na rua”, garante, sem citar valores.

Assim como Beatriz enxerga sua galeria como uma tendência, Valquíria também acredita na ampliação do número de empreendimentos iguais ao Promomix. Ela apenas faz uma ressalva com relação à classificação do empreendimento, que nada tem a ver com os shoppinhos populares que estão proliferando pelos centros das cidades. “Observe isso. Não tem nada a ver com shopping popular. Aqui há toda uma estrutura, bem diferente desses lugares em que alguém compra um salão e enche de quiosques. Aqui não tem isso”, reforça Valquíria.

Por Marcelo de Paula - ABCD Maior
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