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DATA DA PUBLICAÇÃO 30/08/2010 | Saúde e Ciência
Estudo aponta fator genético associado à enxaqueca
Um levantamento inédito, realizado com mais de 5.000 pessoas na Alemanha, Finlândia e Holanda, conseguiu detectar, pela primeira vez, um fator genético envolvido com a enxaqueca comum.

Os pesquisadores, que integram uma rede internacional de estudos, notaram que os pacientes que apresentavam certa variação genética na regulação dos níveis de glutamato, composto químico envolvido na neurotransmissão, tinham probabilidade maior de sentir as dores.

A enxaqueca afeta em torno de um sexto das mulheres e cerca de 8,3% dos homens na Europa e Estados Unidos.

Para o professor Christian Kubisch, da Universidade de UIm, Alemanha, que participou da pesquisa, "até então nenhum dado genético havia sugerido que o acúmulo de glutamato no cérebro pudesse desempenhar algum papel na enxaqueca comum".

Para os cientistas, contudo, ainda são necessárias mais pesquisas para avaliar essa variação do DNA e seus efeitos, e também para descobrir outros fatores genéticos envolvidos com a doença.

Por Folha Online - Reuters
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