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DATA DA PUBLICAÇÃO 20/10/2012 | Saúde e Ciência
Estudante ''viciada'' em chocolate fica sem o doce por um ano e perde 18 kg
 Estudante ''viciada'' em chocolate fica sem o doce por um ano e perde 18 kg Ana Paula cortou o chocolate da dieta e adicionou exercícios físicos à rotina - resultado foi 18 kg a menos na balança (Foto: Arquivo pessoal)
Ana Paula cortou o chocolate da dieta e adicionou exercícios físicos à rotina - resultado foi 18 kg a menos na balança (Foto: Arquivo pessoal)
Ana Paula é chocólatra assumida e teve que cortar o alimento de sua dieta.

A jovem, de GO, começou a fazer exercícios e saiu dos 75kg para os 57 kg.


Para perder o excesso de peso, a estudante Ana Paula Fernandes Vieira Santos, de 25 anos, teve que cortar relações com um de seus maiores “amigos”: o chocolate. Chocólatra assumida, a goiana de Catalão cortou o doce da alimentação por um ano e, com a ajuda de exercícios físicos, saiu dos 75 kg para os 57 kg.

“Engordei há dois anos, depois que me formei. Na época, terminei um namoro de 7 anos, comecei a estudar para prestar concurso e toda a minha rotina mudou. Como eu sou muito ansiosa, comia”, lembra. Em uma visita de rotina ao médico, ela descobriu que estava com o colesterol muito alto e gordura no fígado, o que a fez perceber que precisava perder peso.

“Eu me olhava no espelho e me achava normal, não percebia o quanto estava acima do peso. Só me toquei quando o médico me disse que eu tinha que emagrecer”, conta. Depois disso, ela procurou um nutricionista, que passou uma dieta e disse que a meta era eliminar 15 kg. “Ficava beliscando várias vezes ao dia e comia por ansiedade, não por fome. Hoje tenho mais consciência da minha alimentação e aprendi a comer as coisas certas na hora certa”, avalia.

Além do chocolate, ela cortou também outros doces, pães, bolachas e salgadinhos e aumentou a quantidade de salada e frutas na dieta. “Nunca imaginei que conseguiria ficar sem chocolate. Tive que aguentar durante festas e dentro de casa, quando compravam doces”, lembra.

A vontade era tão grande que Ana Paula cheirava as embalagens de chocolate quando ia ao supermercado. “Só ficava lembrando como era gostoso, mas não comi nenhuma vez durante um ano”, jura.

O sedentarismo também foi eliminado da rotina da estudante, que se matriculou na academia e passou a treinar diariamente. "Era totalmente sedentária e foi muito difícil me adaptar porque eu tinha muita preguiça”, lembra. Com 45 minutos de exercícios aeróbicos e 1 hora de musculação de segunda a sexta-feira, ela começou a se acostumar e criou ânimo para continuar. “Difícil é começar e criar a rotina de ir todos os dias, mas o corpo acaba acostumando. Hoje, quando fico muito tempo sem ir, sinto falta”, diz.

Após eliminar os 18 kg, a dificuldade continua para manter o peso. “Perder é fácil, difícil é manter. Segui a dieta para emagrecer e agora já me permito comer algumas coisas, mas com disciplina”, conta. Para Ana Paula, a principal dica é se educar para não voltar a engordar. Por exemplo, ela voltou a comer chocolate, mas de um jeito moderado, sem exageros.

Além dos bons resultados na saúde e na aparência, o novo estilo de vida também afetou positivamente seus estudos. “Estou mais disposta para estudar e tudo está rendendo muito mais”, conta. Além disso, ela também passou a se sentir mais bonita e ficou muito mais vaidosa. “Preocupo-me muito mais comigo agora e me sinto melhor”, avalia.
As pessoas duvidam muito da capacidade, mas basta querer. Eu duvidei muito de mim, nunca pensei que fosse conseguir"
Ana Paula Fernandes Vieira Santos

Para ela, a principal dica para mudar o estilo de vida e adotar atitudes mais saudáveis é ter força de vontade. “Acho que as pessoas duvidam muito da capacidade, mas basta querer. Eu duvidei muito de mim, nunca pensei que fosse conseguir”, diz.

A força de vontade fez Ana Paula perder até mais peso do que o recomendado pelo nutricionista e, para a estudante, essa mudança vai ficar para o resto da vida. “Não é uma coisa de momento, tem que ter paciência. Vou passar tudo isso para os meus filhos, com certeza”, conclui.

Por Mariana Palma - G1, em São Paulo
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