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DATA DA PUBLICAÇÃO 05/05/2017 | Política
Escolas cobram verba do Carnaval de 2018
A realização do Carnaval de 2018 foi alvo de debates na Câmara de Santo André, durante a sessão de ontem.

As garantias financeiras para a realização do evento, aproximadamente R$ 800 mil, por parte do governo do prefeito Paulo Serra (PSDB), foram cobradas por integrantes da 14 escolas de samba do município e pela Uesa (União das Escolas de Samba de Santo André), que usaram a tribuna e foram recebidos por vereadores.

Para o presidente da Uesa, João Turíbio Netto, o Paço não passou informações sobre o andamento da liberação de verbas. “Queremos ter uma sinalização de quando poderemos começar a preparar o Carnaval do ano que vem. Já existe uma parcela que foi liberada e que depende de decreto para sua utilização”, afirmou.

Para o líder de governo, Pedrinho Botaro (PSDB), não faltou diálogo por parte da administração tucana. “O governo não se negou a atender ninguém, tanto que antes da sessão um representante da Prefeitura foi conversar, mas houve impasse porque todas as escolas queriam ser recebidas e isso não era possível neste momento. Mas aguardo uma posição do governo para marcarmos a reunião”, ponderou.

O governo anterior, de Carlos Grana (PT), não honrou promessa de repassar duas parcelas destinadas à Uesa, para o Carnaval de 2017, no valor de R$ 393 mil cada, e apenas uma foi paga. É justamente essa quantia que encontra-se disponível para a entidade.

Neste ano, o Carnaval de Santo André não foi realizado e o cancelamento do festejo gerou economia de R$ 1,9 milhão para os cofres públicos. Em fevereiro, o Paço sinalizou que poderia buscar parcerias para que as atividades culturais relativas ao Carnaval fossem autossuficientes e não dependessem de dinheiro público.

POLÊMICA
A publicação de um jornal elaborado pelo governo e que contém um balanço do início da gestão foi alvo de críticas por parte da oposição. Um trecho do material destaca que a gestão do prefeito Paulo Serra afirmou que a Prefeitura “deixou de gastar com bobagens” e no quadro ao lado listou medidas de economia, como o cancelamento do Carnaval.

“Foi uma infelicidade de quem produziu o jornal. O Carnaval é uma expressão cultural brasileira, maior evento cultural do País e se há ausência de recurso é preciso buscar alternativas”, criticou o vereador Eduardo Leite (PT).

Por sua vez, Pedrinho Botaro defendeu o caráter informativo da publicação. “Todas as administrações de Santo André usaram verbas publicitárias e a crítica é inócua. O jornal faz parte da prestação de contas do mandato e é uma obrigação mostrar o que vem sendo feito”, destacou.

Por Humberto Domiciano - Diário do Grande ABC
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