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DATA DA PUBLICAÇÃO 01/12/2011 | Saúde e Ciência
Equipe de Oncologia Pediátrica inicia divulgação de serviços
O Ambulatório de Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina do ABC dá início em dezembro à campanha de divulgação do serviço e captação de novos parceiros e colaboradores. Por meio do Departamento de Comunicação da Fundação do ABC, foram preparados folder de apresentação, vídeo institucional e panfletos explicativos sobre o trabalho no local, que demonstram a complexidade do atendimento e a importância do apoio da iniciativa privada para desenvolvimento e ampliação de atividades junto às crianças com câncer.

Com apoio dos profissionais do setor e de voluntários, os materiais de divulgação serão distribuídos a empresários do Grande ABC e da Capital. Toda a campanha, desde a estruturação de estratégias até a criação dos materiais e impressão, foi viabilizada por meio de parcerias, sem gerar custos à FMABC.

Serviço de ponta: Considerado referência nacional para tratamento de câncer infantojuvenil, o Ambulatório de Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC tem atualmente cerca de 40 crianças em quimioterapia e realiza média de 15 consultas diárias. Com serviços 100% gratuitos, o local recebe pacientes de todo o país e tem como retaguarda a Casa de Apoio à Criança com Câncer (Casa Ronald ABC), instalada no campus da faculdade e que oferece alojamento, higiene e alimentação para a criança em tratamento e respectivo acompanhante.

Acolhendo casos diagnosticados desde a fase intrauterina até adolescentes com até 18 anos, o Ambulatório de Oncologia Pediátrica da FMABC oferece atendimento integral e multidisciplinar, com equipe composta por médicos, enfermeiros e psicólogos, além de dentista, assistente social, nutricionista, fonoaudiólogo e farmacêutico responsável. O serviço conta com apoio da Associação de Voluntárias para o Combate ao Câncer do ABC (AVCC), cujas voluntárias auxiliam na humanização do ambiente terapêutico, apoio às famílias e suporte social com entrega de cestas básicas, medicações, próteses e perucas, entre outros.

Índice de cura elevado: Pesquisas apontam que o câncer infantil atinge uma em cada 600 crianças. As leucemias são as de maior incidência, com cerca de 1/3 dos casos. Tumores cerebrais correspondem a aproximadamente 20% dos casos, enquanto linfomas detêm 15%. A boa notícia é que, diferente do público adulto, a taxa de cura chega a 75%. Os tratamentos têm duração média de 1 ano e o acompanhamento é por toda a vida.

As terapias são individualizadas e variam de criança para criança. De forma geral, tumores sólidos são tratados com cirurgia, seguida de quimioterapia ou radioterapia. Já a abordagem em linfomas e leucemias é com quimioterapia e, em último caso, com transplante. “Independente do caso, o diagnóstico precoce é fundamental. Quanto mais cedo identificado o problema, mais leve será a terapia. As medidas adotadas em casos avançados geralmente são mais agressivas, com medicações mais fortes e em doses maiores, aumentando os efeitos colaterais”, alerta o coordenador do Ambulatório de Oncologia Pediátrica da FMABC, Dr. Jairo Cartum, que aconselha: “O principal é que os pais levem os filhos periodicamente ao pediatra para consultas de rotina. Esse profissional está apto a identificar possíveis sinais de câncer e a fazer o encaminhamento a um serviço especializado em oncologia infantil”.

Os casos em que a internação é necessária são encaminhados para o Hospital Estadual Mário Covas, unidade de retaguarda, que assim como a FMABC é mantida pela OSS-Fundação do ABC (Organização Social de Saúde).

Reuniões quinzenais: Com intuito de integrar a equipe multidisciplinar e proporcionar aprimoramento por meio de palestras, discussões de casos e da dinâmica do serviço, os profissionais do Ambulatório de Oncologia Pediátrica realizam quinzenalmente as chamadas reuniões clínicas.

Os encontros são às segundas-feiras pela manhã e seguem cronograma preparado para todo o ano. Cerca de 20 profissionais participam da reunião, entre os quais médicos, farmacêuticos, psicólogos, dentista, enfermeiras, biomédicos e voluntárias, além de terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e nutricionista, entre outros. “Considero as reuniões imprescindíveis, pois possibilitam a discussão de casos clínicos de pacientes do ambulatório, troca de ideias e informações sobre o funcionamento do serviço ambulatorial, além de promover interação da equipe multidisciplinar e favorecer a melhor qualidade de atendimento ao paciente oncológico infantil”, acrescenta a Odontopediatra da FMABC, Dra. Renata Rodrigues.

Por Informações à Imprensa com Eduardo Nascimento - Comunicação Fundação do ABC
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