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DATA DA PUBLICAÇÃO 15/02/2012 | Economia
Empresas do ABCD apostam nos países árabes para crescer
Empresas do ABCD apostam nos países árabes para crescer   Empresas do ABCD focam negócios com países Árabes. Foto: Luciano Vicioni/Arquivo
Empresas do ABCD focam negócios com países Árabes. Foto: Luciano Vicioni/Arquivo
Negócios com o Brasil devem crescer 15% em 2012, aponta Câmara Árabe-Brasileira

Para ampliar o mercado de exportação, as empresas do ABCD têm diversificado o comércio internacional e buscam negócios com os países árabes. A expectativa é que ocorra uma expansão de 15% entre as empresas brasileiras e os países árabes, de acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. A Região está dentro deste contexto, já que 26 empresas da Região integram a Câmara.

De acordo com o vice-coordenador de pós-graduação da FEA/PUC-SP (Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Paulo Baia, entre os principais países a comprar produtos das empresas brasileiras estão Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes, Argélia e Omã. “O mercado da Arábia Saudita está vivendo um momento de muitas edificações por toda parte e o país carece de produtos, ou seja, o empresariado brasileiro deve ficar atento porque haverá demanda e quem souber aproveitar obterá lucros em larga escala”, disse.

Baia pontuou ainda que o mercado árabe segue em plena expansão e as empresas devem aproveitar o bom momento para estreitar os laços com os países do Oriente Médio. “O crescimento deve ocorrer por conta das tradicionais compras de açúcar, minérios, cereais e carnes, mas também de produtos ligados ao setor de alimentos, moda e maquinários em geral”, analisou.

Para o presidente instituição comercial Árabe-Brasileira, Salim Taufic Schahin, mesmo num cenário de crise global, o otimismo se justifica em razão da força econômica representada pelos 22 países que formam a Liga Árabe. “Em seu conjunto, o bloco árabe fica entre as dez economias mais importantes do mundo e as perspectivas para 2012 são otimistas e nossa projeção é de que teremos um aumento de até 15% nos negócios entre brasileiros e árabes”, ponderou.

Derivados de aço - A Bombril, em São Bernardo, é uma das associadas da Câmara-Árabe com a venda de derivados de aço para países daquele bloco. Para a gerente de exportação da Bombril, Regina Cohen, o principal produto exportado para o Oriente Médio, em especial para Arábia Saudita, é a fibra de aço. “No ano passado registramos uma expansão de 9% nas exportações globais, o que inclui também os negócios com os sauditas e as projeções para 2012 são de que ocorra um crescimento de até 7%. Estamos trabalhando para ampliar os negócios com os Emirados Árabes, Kuwait e Irã”, ressaltou.

A executiva ponderou ainda que a Bombril está entre os maiores produtores de derivados do aço. “Atualmente as nossas três plantas industriais no País contribuem para a produção tanto do pó, lã e fibra de aço. Nos últimos anos fizemos levantamentos das regiões que possuíam grande potencial de construção civil e identificamos que o Oriente Médio carece dos produtos em questão, sendo assim passamos a procurar os países e, desde então, estamos mantendo bons negócios”, concluiu.

Por Felipe Rodrigues - ABCD Maior
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