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DATA DA PUBLICAÇÃO 27/07/2016 | Cidade
Donisete evita explicar superfaturamento da merenda
Donisete evita explicar superfaturamento da merenda Foto: André Henriques/DGABC
Foto: André Henriques/DGABC
O prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), gravou vídeo e divulgou pelas redes sociais para defender o contrato firmado pela Prefeitura com a BH Foods Comércio e Indústria, convênio em que há superfaturamento na compra de diversos alimentos para merenda escolar, em especial a almôndega. Na gravação de 1 minuto e 14 segundos, porém, não explicou os motivos pelos quais o valor pago pelo quilo da almôndega saltou quase 100% durante seu governo e a diferença de quantia em relação a outras cidades.

Há duas semanas, o Diário mostrou que Donisete passou a pagar R$ 20 pelo quilo da almôndega, enquanto no mesmo mandato chegou a depositar R$ 10,30 pelo quilo. O governo alegou que houve inflação do período e melhora da qualidade do produto.

“Quero reafirmar a responsabilidade em todo processo, de lisura em relação ao processo de licitação sobre serviços prestados na nossa gestão, especialmente relacionados à merenda escolar. Prezamos pela qualidade e, acima de tudo, pelo melhor preço. Somos auditados e fiscalizados pela presidente do Conselho de Alimentação Escolar, a senhora Ana Aparecida (Oliveira Aguiar), que fiscaliza e acompanha o processo na nossa gestão”, pontuou. “Quero reafirmar nossa linha de trabalhar nos investimentos em Educação na nossa cidade. Hoje temos 42 escolas municipais, estamos investindo no aumento de salas de aula para atender a demanda da nossa cidade. Pelo terceiro ano consecutivo vamos oferecer uniforme e kit escolares para nossa rede”, adicionou o petista.

Na postagem, Donisete alega que os R$ 20 pagos pelo quilo da almôndega são semelhantes aos praticados pelas prefeituras de Poá, Batatais e Santos – esses municípios depositam R$ 25,80, R$ 21 e R$ 21,01, respectivamente, em atas vigentes. Porém, o Diário consultou outras administrações municipais e constatou que há valores bem inferiores aos de Mauá e aos dos municípios citados por Donisete.

Em Ibitinga (R$ 9,40 o quilo da almôndega), Taboão da Serra (R$ 12,90), Nazaré Paulista (R$ 14,43) e Guarujá (R$ 15,82) os valores são menores – esses casos não foram citados por Donisete Braga.

O Ministério Público apura o episódio de superfaturamento na compra de alimentos que compõem a merenda escolar. A Controladoria Interna de Mauá, por sua vez, não vê motivos para sindicância.

Por Raphael Rocha - Diário do Grande ABC
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