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Diniz e Mateus trocam farpas em debate com prefeituráveis de Mauá
DATA DA PUBLICAÇÃO 06/09/2008 | Cidade
Diniz propõe bases da guarda
O candidato tucano a prefeito de Mauá, Diniz Lopes, disse que, se vencer a eleição, irá criar pelo menos duas novas bases de segurança da GCM (Guarda Civil Municipal): uma no Jardim Zaíra e outra no Parque das Américas. "Durante meu governo (comandou interinamente a Prefeitura entre janeiro e dezembro de 2005), criei uma base na Vila Assis e agora vamos continuar este trabalho", justificou.

Assim como Chiquinho do Zaíra, Diniz propõe chegar até 400 o número de funcionários da GCM. Outra proposta comum entre os candidatos é a instalação de câmeras de monitoramento na cidade.

"Quando assumirmos, iremos fazer um levantamento para que a gente saiba quais os principais pontos para se instalar esses equipamentos. Nossa idéia é adotar algo semelhante à Prefeitura de Praia Grande, que espalhou câmeras em toda a cidade", exemplificou. "Além da criminalidade, vamos poder atuar na questão do trânsito. Vamos fiscalizar todas as saídas e entradas de Mauá."

O tucano pretende realizar parceria com o governo estadual para a implementação de ações conjuntas da GCM com a PM. "é preciso esta interação entre as polícias.

Vamos sentar com o governador José Serra (PSDB) e discutir a melhor ação no município", prometeu. "O que não dá é para uma não saber o que a outra faz, o que acaba às vezes deixando bairros sem nenhum tipo de policiamento e outros com mais atuação do poder público. É importante que haja esta comunicação."

Ele pretende aproveitar a teórica vantagem de pertencer ao mesmo partido do governador para tentar garantir a equiparação salarial dos PMs que atuam em Mauá com os que trabalham em Santo André. "A diferença salarial chega a R$ 400 e, para mim, não há diferença de atuação nestas duas cidades. Não podemos fazer com que o policial deixe o município por causa de salário", argumentou.

Ele garantiu que fará cumprir a lei de fechamento de bares na cidade, mas propõe uma ampla discussão com os comerciantes. "Poderemos permitir que os bares fiquem abertos até a meia-noite, mas vamos cobrar da polícia que não apenas repreenda o comerciante e que fiscalize se não há alguém em dívida com a Justiça freqüentando esses locais. É importante garantir a segurança."

Mateus irá negociar aumento de PMs

O prefeiturável de Mauá Mateus Prado (Psol) afirmou que, se vencer a eleição, irá forçar, junto ao governo do Estado, o aumento do efetivo da PM (Polícia Militar) no município. Sem explicar como seria feita essa pressão política, o candidato não informa qual seria o número ideal de policiais a mais em Mauá.

O candidato também pretende aumentar o número de funcionários da GCM (Guarda Civil Municipal). "Inicialmente entendemos que seriam necessários de 140 a 160 mais guardas municipais, já que iremos ocupar equipamentos públicos e semi-públicos para práticas esportivas", disse.

Uma das idéias de Mateus é abrir de madrugada as quadras poliesportivas do município. "É importante para diminuir o número de jovens que se envolve com droga. Mas é necessária presença da polícia nesses locais, porque sem isso corre-se o risco de se institucionalizar o tráfico. Segurança também é um problema de alternativas de participação da juventude na sociedade", argumentou.

Pela proposta do candidato, pelo menos 40 equipamentos estariam funcionando nestes horários alternativos, o que, segundo ele, justificaria o aumento do efetivo da Guarda Civil.

Assim como os demais prefeituráveis de Mauá, Mateus afirmou que pretende desenvolver ações de parceria entre a GCM e a PM. "Vou conversar com o governador José Serra (PSDB) e falar da importância de uma ação conjunta".

Ele fala, também, na criação de um serviço de inteligência envolvendo o segmento nas esferas municipal e estadual. "É importante agir cada vez mais na prevenção do crime. As duas polícias precisam estar interligadas para poder atuar diretamente nos locais onde acontecem mais crimes em Mauá, que serão pontuados por meio de um mapa da violência", explicou.

Além da abertura das quadras, ele propõe, como uma das ações de Segurança em seu possível governo, a criação de uma rua 24 horas. "Teremos segurança e será um espaço para o jovem conversar e até beber a sua cerveja durante a madrugada", explicou, de forma genérica. "Isso, porém, não significa que não iremos cumprir a Lei Seca em Mauá. Fecharemos os bares às 23h e abriremos as quadras e a rua 24 horas. Mas vamos discutir amplamente este assunto com a sociedade", assegurou.

Por Sérgio Vieira - Diário do Grande ABC
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