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DATA DA PUBLICAÇÃO 15/12/2010 | Cidade
Dersa quebra vias em Mauá e não faz conserto
Dois meses após a inauguração do prolongamento Papa João 23/ Jacu-Pêssego, em Mauá, que faz o acesso do trecho sul do Rodoanel à zona Leste da Capital, transversais da via que ficaram deterioradas com as obras seguem danificadas. Os acessos eram usados pelos caminhões da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), o que comprometeu a malha viária. O governo do Estado não dá sinais de que irá reparar o estrago tão cedo.

A avenida Ayrton Senna, que liga o prolongamento Jacu-Pêssego ao Centro, está intransitável. É difícil distinguir o que é asfalto, o que é lama e o que é buraco. O conhecido boneco João de Mauá, utilizado pelos munícipes para protestar de forma lúdica, não sai de lá. Outros acessos que devem ser recuperados são Lasar Segall, estrada do Guaraciaba, Queiroz Pedroso, Francisco Ortega Escobar, José Ricardo Nalle e Manacá.

De acordo com o secretário de Mobilidade Urbana, Renato Moreira dos Santos, o acordo era para que a empresa recuparesse as vias assim que as obras na Papa João 23 terminassem. “Tentamos conversar com a Dersa sobre o problema, mas não tivemos resposta. Como a equipe da Secretaria de Transportes do governador Alckmin já está fechada, pretendo ainda este ano me reunir com eles para tratar do assunto.”

Outra situação observada pela Administração é o fato de a Papa João 23 e Lasar Segall terem inundado duas vezes após as obras, o que não acontecia antes. O alargamento da pista, que diminuiu a área de permeabilização do solo, e as galerias pluviais com resíduos das obras podem explicar os alagamentos. Para acessar a rua Gianlucas Kawamura Alves do Santos, em Ribeirão Pires, local onde a Dersa fazia o descarte de materiais da obra, os caminhões pesados utilizavam a Ricardo Nalle e Manacá, em Mauá, que ficaram com a conta do prejuízo.

Ainda de acordo com o secretário, a Dersa tem feito reparos paliativos na vias, como as ações de tapa-buracos. “Para deixar esses acessos em boas condições, a avenidas terão de ser completamente refeitas. O que pedimos aqui não é compensação à Dersa pela obras, mas sim para ela consertar o que estragou”, completa.

A Dersa foi procurada pela reportagem, mas não se pronunciou.

Por Carol Scorce - ABCD Maior
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