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DATA DA PUBLICAÇÃO 17/08/2015 | Cidade
Deputado Atila Jacomussi e Polícia Militar organizam ações de combate ao crime em Mauá
Deputado Atila Jacomussi e Polícia Militar organizam ações de combate ao crime em Mauá Deputado Atila Jacomussi e Polícia Militar
Deputado Atila Jacomussi e Polícia Militar
Estratégias para reforçar o combate ao crime e afastar a sensação de insegurança em Mauá foram definidas pelo deputado estadual Atila Jacomussi e o comando da Polícia Militar do ABCDMRR

As autoridades participaram de um debate aberto a participação da população, organizado pela equipe do parlamentar e pelo presidente da Associação dos Amigos do Parque São Vivente e Circunvizinhos, Almir Pereira da Silva, o Zinho, na sede da entidade, na noite desta quinta-feira (13/08/2015).

População e PM vão ampliar a integração para qualificar e potencializar a eficiência das operações e o patrulhamento de viaturas. Além disso, base comunitária móvel da corporação estará presente em locais estratégicos para coibir ações criminosas.

Atila Jacomussi abriu a discussão e explicou a importância de se registrar BO (Boletim de Ocorrência) nas delegacias para nortear a ação da PM. “A Polícia age com inteligência, organiza planos de ações em cima dos índices criminais. Se o cidadão que é assaltado, por exemplo, não registra o crime, como vamos saber onde os criminosos estão atacando? A comunidade precisa se integrar ao policiamento. Precisamos unir forças para acabar com assaltos a residências, furto de carros e as famosas saidinhas de banco”, comentou o parlamentar.

Os comandantes da Polícia Militar no ABCDMRR, o coronel Marcelo Cortez Ramos de Paula, e do 30º Batalhão, responsável pelas cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, o tenente coronel Everton Rubens Rodrigues da Cunha, responderam a uma série de questionamentos da população e explicaram os caminhos mais fáceis para acionar os serviços da companhia.

“É importante que a população entenda como funciona o nosso trabalho para poder se integrar. Fazemos estudos frequentes e monitoramos as atividades criminais. Procuramos sempre nos posicionar para evitar que os crimes ocorram. Mas, muitas vezes, falta um complemento de informação”, explicou o Cortez, que foi responsável pelo aumento do policiamento na cidade.

A prática da comunidade vigilante, iniciada nos Estados Unidos, foi detalhada pelo comandante da PM em Mauá, o coronel Everton. “Certa vez, um sujeito levou mais de 30 minutos para arrombar o portão da minha casa. Estava de férias com minha família no interior, graças a Deus. Quando retornei o vizinho me contou que acompanhou toda a ação do elemento e não acionou a polícia. Ele disse que temia repressão. Mas, ora, denúncias à Polícia Militar não exigem identificação. Não podemos ser omissos. Temos que utilizar a técnica da Comunidade Vigilante e Solidária”, declarou.

Por PMM - Redação
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