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DATA DA PUBLICAÇÃO 11/11/2007 | Economia
Comércio prevê recordes neste Natal
O comércio do Grande ABC está em contagem regressiva para o Natal. As mais otimistas lojas de roupas, sapatos e perfumes dos quatro maiores shoppings da região projetam dobrar os negócios no período, e garantem que muitos consumidores já antecipam a compra dos presentes.

Segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings), para atrair um número maior de consumidores os centros de compras investiram de 15% a 17% a mais neste ano.

Há especialistas que dizem que este será o melhor Natal dos últimos tempos para o comércio. Fatores como moeda fortalecida, desemprego em queda, aumento real da renda, crédito ampliado e taxas de inadimplência estáveis estão contribuindo para um cenário positivo.

Lojistas - De acordo com a gerente da loja CNS do ABC Plaza, Vanessa Masson, a intenção deste ano é dobrar o volume de vendas em comparação ao ano passado.

“A nossa loja tem um item importante a nosso favor, sempre temos produtos promocionais sendo comercializados na loja, que custam até R$ 69”, conta Vanessa.

No caso da Hortela Modas, do Mauá Plaza, neste ano os pedidos foram 15% maiores com o objetivo de atender uma demanda até 15% acima do mesmo período de 2006. “As pessoas já começaram a movimentar os corredores do shopping. Muitas já estão pesquisando os preços e até comprando”, diz a gerente da loja Vanessa Consentino.

“Para presentear, a loja tem bons preços, que cabem no bolso de qualquer consumidor e ainda melhores condições de pagamento. Blusas femininas que custam a partir de R$ 29,90 e vestidos que saem por R$ 55,90”, comenta Vanessa.

Recentemente, a Hortela Modas passou por uma reformar visando distribuir melhor as mercadorias e oferecer maior conforto aos clientes.

Apostas - Outra que incrementou o estoque em 10% para a data foi O Boticário, do Shopping Metrópole, em São Bernardo. Segundo a gerente do empreendimento, Marilza Martins Cardoso, os estojos de produtos que custam entre R$ 60 e R$ 75 serão os mais vendidos neste fim de ano.

A loja facilita também a forma de pagamento em até cinco vezes sem juros ou no cheque em três (com entrada e cheques pré-datados para 30 e 60 dias).

CDs e DVDs - Não tão contente como as lojas de brinquedos (PB Kids e Ri Happy), que estimam crescimento de até 11%, a Virtual Music acredita que em virtude da pirataria as vendas possam cair até 10% em 2007 em comparação ao Natal do ano passado.

Setor de chocolates projeta crescimento de 20% no Natal

A previsão do setor de chocolates para o Natal de 2007 é tão otimista que a data já é considerada a segunda melhor para a o setor, atrás apenas da Páscoa. Segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), as vendas deverão fechar o ano com um crescimento de 22,5% em relação a 2006.

“No final do ano os negócios crescem em torno de 20% em relação à média mensal. A previsão é que as 25,3 mil toneladas registradas durante este ano passem para 30,4 mil toneladas até dezembro”, aponta Maurício Weiand, vice-presidente da entidade.

A expansão é possível porque cada vez mais as indústrias brasileiras estão lançando mercadorias como opção de presente. Algumas associações internacionais já apontam que 30% das compras de artigos de chocolate são destinadas a presentes.

PAN - O diretor da Chocolates Pan, com fábrica em São Caetano, Carlos Alberto de Oliveira, afirma que em razão dos lançamentos para a época e das projeções do setor, a empresa estima crescer de 20% a 25% neste Natal. Para a data foi investido um montante 10% superior ao valor aplicado em 2006, disse.

Expansão - “O ano foi tão positivo para a empresa que estamos preparando para 2008 a inauguração de dez novas lojas, sendo uma delas em Santo André”, afirma Carlos Alberto. “Todas as unidades vão comercializar chocolates com preço de fábrica”, diz.

Hoje a Pan conta com a matriz em São Caetano e uma unidade no Tatuapé. “Deu tão certo o nosso empreendimento na Zona Leste que recuperamos o valor do investimento em 15 dias”, afirma.

Árvores variam de R$ 23,70 a R$ 3.000

Aqueles que querem comprar uma árvore de Natal na região podem encontrar diversos modelos que variam de R$ 23,50 (70 centímetros) a R$ 2.290 (5 metros).

Já os enfeites custam entre R$ 0,25 e R$ 9. O preço total da árvore depende muito da quantidade e do tipo de produto que o consumidor quer comprar para enfeitá-la. As bolas, os laços e as fitas, e outros arranjos podem deixá-la R$ 10 ou até R$ 50 mais cara.

Para facilitar, algumas redes dividem o valor dos produtos em até 12 vezes sem juros. No Armarinho Fernando, em Santo André, a árvore mais barata custa R$ 24,99. O produto tem 1,2 m e é o tamanho mais procurado pelos consumidores na região. Éder Antunes, gerente de vendas da Incor Comercial, no Centro de Santo André, comenta que neste ano, devido à queda do dólar, alguns itens estão até 5% mais baratos.

Para uma decoração natalina completa, a rede Americanas sugere a árvore de mono-filamento flocado, de 130 cm, por R$ 79,90.

Por Verônica Lima - Diário do Grande ABC / Foto: Google Imagem
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