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DATA DA PUBLICAÇÃO 2/1/2013 | Economia
Começo de ano traz boas oportunidades de trabalho
Começo de ano traz boas oportunidades de trabalho
O ano de acaba de iniciar e quem está a procura de trabalho já pode encontrar uma oportunidade dentre as 1.471 vagas ofertadas no Grande ABC. Os postos estão cadastrados nos centros públicos de emprego da região. Por fazerem parte de um mesmo sistema pode haver duplicidade de vagas. Mesmo assim, é possível iniciar este ano contratado.

Há opções para quem deseja atuar no comércio, na indústria ou no setor de serviços. As funções com maior oferta de vagas são operador de telemarketing, ajudante de carga e descarga, atendente de lanchonete, alimentador de linha de produção, vendedores (comércio), porteiro e eletricista. Segundo a Prefeitura de Diadema, nos últimos anos os setores de comércio e serviço têm crescido na cidade e atualmente dos cerca dos 113 mil postos de trabalho formais, 40% dos empregos estão nessas áreas. Por isso mesmo, as funções com maiores demandas são para operador de caixa, repositor de mercadoria e balconista.

A maior parte dos postos é ofertada por empresas do Grande ABC. As demais vagas cadastradas são de companhias da Capital e de toda a Região Metropolitana.

A inscrição dos interessados é feita nos centros públicos e as vagas são oferecidas de acordo com cada perfil. O método é eficiente, tanto que através desses órgãos de fomento ao emprego foram inseridos no mercado de trabalho no ano passado 8.176 pessoas - somando os dados do CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda) de Mauá (com 2.260 colocações); o CPETR de Diadema (1.438) e a CTR (Central de Trabalho e Renda) de São Bernardo (4.478). Em contrapartida foram captadas pelas instituições 27.791 vagas - dessas, 14.525 pela CTR de São Bernardo, 8.233 pelo CPETR de Mauá e 5.033 pelo centro de Diadema. Os dados fornecidos correspondem até o início de dezembro.

O número de pessoas empregadas pelos centros públicos só não é maior porque as duas unidades do CPETR de Santo André não informaram a quantidade de pessoas que foram (re)colocados no mercado, assim como o volume de postos captados. "O número é bastante significativo se levarmos em conta que 2012 foi um ano em que a economia ficou estável, sem apresentar crescimento, praticamente, e as empresas pouco contrataram", conta o secretário de trabalho e renda da Prefeitura de Mauá, Marcelo Lucas Pereira .

Ainda segundo ele, o que tem dificultado a inserção das pessoas no mercado de trabalho é a falta de qualificação e experiência. "Para quem nunca trabalhou uma opção é a função de call center. Geralmente não é preciso ter experiência anterior. É a porta de entrada de muitos jovens no mercado."

Interessados em garantir uma vaga precisam comparecer aos centros públicos com carteira de trabalho, RG e CPF, das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira. Outra opção é se cadastrar pela web (www.maisemprego.mte.gov.br).

Serviço: CTR de São Bernardo (Rua Marechal Deodoro, 2.316, Centro); CPETR de Santo André (Avenida Artur de Queirós, 720, Casa Branca ou Rua Sigma, 300, Vila Mazzei); CPETR de Diadema (Rua Professora Vitalina Caiafa Esquível, 101, Centro) e CPETR de Mauá (Rua Manoel Pedro Júnior, 45, Vila Bocaina).

Centros públicos dispõem de outros serviços

Além de realizar cadastro para quem procura emprego, os centros públicos da região oferecem aos moradores uma gama de serviços. Por meio dos órgãos de fomento ao emprego é possível, por exemplo, receber orientação profissional, com o auxílio de psicólogos; tirar habilitação do seguro desemprego ou até mesmo emitir a carteira de trabalho.

De acordo com o assistente de coordenação da CTR (Central de Trabalho e Renda) de São Bernardo, Marcio Cristiano, participaram da orientação profissional em 2012, 782 pessoas. "Nas reuniões foram abordados temas como a importância da apresentação profissional e pessoal; como se comportar em um processo seletivo e a maneira adequada de se elaborar um currículo."

A entidade conta ainda com a parceria do Senai, que até o mês de junho disponibilizou cursos nos quais participaram e foram formados alunos em Excel básico, Excel avançado, Word avançado, administração com informática e recursos humanos.

No CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda) de Mauá não é diferente. Em 2012, foram formados 1.000 jovens (de 18 a 29 anos) em cursos de 350 horas em vários arcos (áreas que ocupam quatro ocupações), quadro de telemarketing (vendas, help desk, computador). "Desenvolvemos também plano territorial para trabalhadores acima de 30 anos, parceria do governo federal, com Senai e Senac, com 500 qualificações em diversas áreas. Também realizamos palestras para currículo, entrevista", conta o secretário de Trabalho e Renda de Mauá, Marcelo Lucas Pereira.

Já o centro público de Diadema destaca o trabalho de qualificação profissional, como para as funções de porteiro, auxiliar de limpeza e de confecção e costura, técnica em vendas, auxiliar administrativo, técnico em informática, entre tantos outros. Durante o ano passado foram realizados 1.412 atendimentos de orientação.

Maioria dos postos exige Ensino Médio completo

Para conquistar uma vaga no mercado de trabalho as empresas contratantes exigem alguns pré-requisitos. A maioria das companhias que cadastram oportunidades nos centros públicos da região, por exemplo, desejam contratar pessoas com Ensino Médio completo, que tenham experiência de seis meses (no mínimo) e alguma qualificação (como cursos administrativos, de informática, de eletricista etc).

No comércio, por exemplo, operadores de caixa, vendedores e estoquistas são cargos que, se o interessado já têm alguma experiência, aumentam as chances de conseguir a vaga. "Apesar das empresas, muitas vezes, treinarem seus novos colaboradores, é necessário o mínimo de conhecimento. É difícil contratar alguém que não tenha nenhuma habilidade", contextualiza o secretário de Trabalho e Renda de Mauá, Marcelo Lucas Pereira.

Na indústria, a experiência fala ainda mais alto. "São pessoas que operam máquinas, precisam de experiência. Geralmente, esses profissionais também são fruto de cursos técnicos, profissionalizantes. É pré-requisito", analisa.

O mesmo vale para operários ligadas à construção civil e de serviços, como porteiro. "É preciso ter o básico de conhecimentos. Hoje, há oportunidades para quem está disposto a trabalhar", finaliza o secretário.

Por Tauana Marin - Diário do Grande ABC
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