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DATA DA PUBLICAÇÃO 01/07/2008 | Cidade
Cinema 3D chega à região no feriado
Os moradores da região que apreciam uma boa novidade tecnológica na sétima arte tinham de ir a São Paulo quando uma produção em 3D era lançada. Tinham. A partir de 9 de julho, a sala 5 do Multiplex Mauá, no Mauá Plaza Shopping, passa a ser um dos cinco pontos no País a abrigar uma sala capaz de projetar filmes com qualidade superior de imagem e de som. A primeira sessão, no feriado da Revolução Constitucionalista, exibirá a aventura Viagem ao Centro da Terra - O Filme, que chegará para outras regiões do País dois dias depois. A capacidade da sala é de 307 pessoas.

Para o público, as vantagens audiovisuais garantem diversão extra, já que os filmes 3D abusam dos recursos nos quais o espectador se sente parte da ação (como quase bater em um objeto de cena ou ficar frente a frente com um dos personagens). Além de Mauá, a Cinematográfica Araújo, que administra o Multiplex, inaugura o sistema em uma sala na Capital e outra em Bauru. Hoje, há apenas cinco espaços digitais no Brasil: dois em São Paulo, dois no Rio e um em Florianópolis.

Na prática, a única diferença que o público de Mauá sentirá são os famosos óculos especiais - nada daqueles com lentes vermelhas e azuis, praticamente descartáveis. Os óculos lembram muito um modelo convencional e devem ser entregues ao final da sessão. A única transformação ocorrerá na sala de projeção, invisível para quem vai apreciar a novidade.

"Sob a transmissão digital, acaba o conceito das cópias", explica Marcos Araújo, diretor da Cinematográfica Araújo. "Temos um HD no qual digitamos códigos específicos e programamos os horários das sessões. Não será preciso acompanhar a projeção, como acontece hoje", completa.

O sistema Dolby, que a empresa escolheu entre outras opções de suporte digital, facilita também a adaptação da aparelhagem no espaço físico. "Os óculos são mais sofisticados e conseguem captar a transmissão sem a necessidade de modificar a tela", afirma o diretor. O maior problema, frisa Araújo, está no custo de instalação. Cada equipamento foi adquirido por US$ 450 mil. "Cada óculos, por exemplo, custa US$ 50", conta.

A novidade também se reflete no bolso: as sessões em três dimensões devem custar cerca de R$ 3 a mais que as convencionais (a inteira vai de R$ 10 a R$ 14). "Mas nossa política continua a de praticar preços inferiores aos dos outros cinemas do entorno", diz Araújo.

As modificações digitais não impedem a transmissão de longas convencionais, mas o cinema já agendou outras opções em três dimensões depois que Viagem ao Centro da Terra sair de cartaz. "Essa deve ser a última estréia 3D deste ano. Mas até o final do ano vamos exibir Hanna Montana, uma animação e um show do U2", afirma o diretor, avisando que a partir do ano que vem as opções no formato serão bem maiores. "Haverá pelo menos um lançamento por mês. A indústria tem apostado no formato digital como um novo marco do cinema, assim como foi a passagem do cinema mudo para o falado e o preto-e-branco para o colorido", avalia Araújo.

Por Ângela Corrêa - Diário do Grande ABC / Foto: Divulgação
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