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DATA DA PUBLICAÇÃO 03/04/2011 | Economia
Churrasco fica mais barato para o paulistano
Fazer churrasco ficou mais barato para o paulistano. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (1º) pela Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), o preço das carnes em açougues caiu em média 3,96%, em comparação com fevereiro, e 4,41% em relação ao início do ano.

As carnes suínas tiveram as maiores quedas: 5,83%. Em uma conta simples, significa dizer que, se antes o quilo da costela era comprado por R$ 15, em média, agora ele seria vendido a R$ 14,12. O preço das carnes bovinas recuou 3,87%, enquanto o das aves, 3,78%.

Nas prateleiras dos supermercados, todos os tipos de carne baratearam, mas a bovina foi a que ficou mais barata, com diminuição de 6,27% em seus preços. Ou seja, se o valor do quilo da picanha era vendido a R$ 35, agora ficaria em R$ 32,80.

Segundo a Fecomercio, a queda ocorreu tanto nos açougues quanto nos supermercados porque os preços sofreram um alinhamento em relação a 2010, ano em que se mantiveram muito altos.

Outro fator importante foi a diminuição da demanda no mercado externo. Com os estrangeiros consumindo menos carne brasileira lá fora, sobra mais para o mercado interno e o preço cai porque sobra um pouco mais de alimento aqui.

O café da manhã também ficou mais barato na mesa do consumidor, diz a Fecomercio. O índice mostra que o preço de cafés, chás, pães, leites e derivados do leite como queijos, requeijão e iogurte diminuíram entre 0,22% e 0,79%. Essa foi a primeira queda no valor desses produtos em seis meses.

As retrações mais significantes, no entanto, foram do açúcar, adoçantes e cereais, cujos preços diminuíram entre 1,77% a 3,87%.

Aumento

Já os produtos da feira ficaram mais caros. Frutas como laranja e limão subiram 1,79% em fevereiro, sendo este o oitavo mês seguido que sofrem aumento em seus preços. Em uma conta simples, é como se o quilo da laranja passasse de R$ 5 para R$ 5,08.

Verduras, legumes e ovos também estão custando mais. De acordo com a Fecomercio, isso ocorreu por causa do excesso de umidade nas regiões produtoras que acabou prejudicando a qualidade dos produtos. A menor quantidade desses alimentos no mercado faz com que os preços aumentem.

O valor dos remédios nas drogarias também subiu. Na comparação entre fevereiro e janeiro, o aumento foi de 0,45% e, segundo a federação, não deve parar por aí.

A federação explica que esses produtos ainda devem passar por novas elevações ao longo dos próximos meses, já que a data para o reajuste de preços do setor é em 31 de março.

Por R7
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