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DATA DA PUBLICAÇÃO 07/02/2017 | Veículos
Carros autônomos precisam cada vez menos de humanos em testes
Relatórios de 11 empresas mostram menos intervenções humanas em testes realizados na Califórnia em 2016.

Os protótipos de carros autônomos que são testados na Califórnia (EUA) parecem estar aprimorando a “habilidade” na direção e exigindo cada vez menos intervenções humanas, segundo relatórios divulgados por 11 empresas que têm permissão para rodar no estado.

A Waymo, do Google, foi de longe quem mais testou a tecnologia nas vias públicas da Califórnia entre dezembro de 2015 e novembro de 2016. Foram 635.868 milhas, o equivalente a pouco mais de 1 milhão de quilômetros rodados.

De acordo com a própria empresa, o sistema autônomo foi cancelado 124 vezes no período por risco significativo de segurança. O dado representa 1 intervenção a cada 8,2 mil km. No ano anterior, a gigante de tecnologia reportou 341 casos em 424.331 milhas (682.894 km), ou 1 a cada 5,5 mil km.

Os números da Waymo mostram uma queda de 75% na taxa de cancelamento a cada 1 mil milhas rodadas. A maioria das falhas ocorreu por “discrepâncias” no software (51) e manobra indesejada do veículo (30).

O relatório mostra ainda que os modelos autônomos do Google vão muito bem nas estradas, mas ainda precisam aprender muita coisa nas ruas comuns – apenas 12 intervenções aconteceram nas “highways”, e 112 no trânsito urbano.

Carro autônomo já é realidade na USP de São Carlos

Outras empresas também apresentaram avanços. A Nissan reportou 28 intervenções em 4.099 milhas rodadas, depois de 106 casos em 1.485 milhas no ano anterior. A marca japonesa testou 5 veículos nas ruas da Califórnia, sendo três Nissan Leaf e dois Infiniti Q50.

A Cruise Automation, que foi comprada pela General Motors no ano passado, foi a segunda em distância. Com quase 10.000 milhas percorridas, ocorreram 181 cancelamentos do modo autônomo. A empresa não realizou testes no ano anterior.

A Tesla reportou apenas 550 milhas e 182 intervenções. De acordo com a agência Associated Press, os dados da empresa de Elon Musk se concentram em apenas 2 dias em que foi gravado um vídeo publicitário.

A Tesla geralmente faz testes em circuitos fechados, que não precisam ser reportados ao governo da Califórnia. Além disso, a fabricante usa dados de carros reais que já rodam com o sistema AutoPilot, que controla a direção e a velocidade, mas não pode ser considerado um carro autônomo ainda.

A empresa de tecnologia Delphi, Bosch, BMW, Ford e Mercedes-Benz também realizaram testes, mas não passaram de 1 mil milhas percorridas.

Apenas a Califórnia exige relatórios anuais, por isso os dados não incluem testes feitos em outros estados. O Uber, que testa veículos autônomos em Pittsburgh, por exemplo, não precisa reportar possíveis falhas.

Por G1
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