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DATA DA PUBLICAÇÃO 21/08/2018 | Saúde e Ciência
Bolívia proíbe entrada de brasileiros sem vacina contra o sarampo
Bolívia proíbe entrada de brasileiros sem vacina contra o sarampo
Medida protetiva faz parte de um acordo entre ambas as cidades de fronteira após casos da doença em Rondônia. Cerca de 300 doses estão sendo aplicadas por dia.

Com a confirmação de casos de sarampo em vários estados da Região Norte do Brasil, o governo boliviano passou a exigir que brasileiros tomem a vacina contra doença na fronteira entre Rondônia e a Bolívia. Com a obrigatoriedade, quem não estiver imune está proibido de visitar o país vizinho.

Os bolivianos que forem visitar Rondônia também estão tendo que se vacinar no Porto de Guayaramerín (BENI), cidade vizinha a Guajará-Mirim (RO). A fiscalização está acontecendo diariamente através das Forças armadas.

Segundo o Ministério da Saúde, Rondônia tem um caso de sarampo registrado. Mas o maior surto foi registrado no Amazonas.

A cada brasileiro que tenta entrar na Bolívia, as autoridades bolivianas exigem o cartão de vacinação atualizado, tanto contra o sarampo quanto a de febre amarela.

De acordo com a responsável pela Rede de Frio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Nuvepa), Zilda Santos, a exigência faz parte de um acordo feito entre os dois países.

“Foi feito o acordo após uma reunião entre as autoridades aqui de Guajará e Guayaramerín. Por isso, quem precisa ir para a Bolívia precisa estar com o cartão de vacina atualizado”, destacou.
Como o município de Guajará-Mirim ainda não atingiu a meta de vacinação do público alvo contra o sarampo, que é de 95%, a população adulta ainda não pode tomar as vacinas nos postos.

Entretanto, Zilda ressalta que a grande maioria já tomou a vacina, mas não se recorda ou o cartão foi perdido. "Nesses casos, as pessoas vão acabar tomando de novo”, afirma.

No casos de pessoas que não foram imunizadas, no porto boliviano estão senfo disponibilizadas várias doses da vacina. Por dia, as vacinadoras estão aplicando aproximadamente 300 doses.

Para o estudante Rui Darcio, esse controle colabora para a eliminação do surto no estado de Rondônia.

“É extremamente importante esta ação. Isso ajuda a eliminar o surto que está acontecendo aqui”, disse.

Por Lena Mendonça, G1 - Guajará-Mirim e Região
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