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DATA DA PUBLICAÇÃO 26/01/2018 | Setecidades
Aterro andreense tem autorização para operar por mais dois anos
Aterro andreense tem autorização para operar por mais dois anos Semasa elabora estudo para ampliar área que recebe resíduos gerados pela população. Foto: André Henriques/DGABC
Semasa elabora estudo para ampliar área que recebe resíduos gerados pela população. Foto: André Henriques/DGABC
Tendo em vista os cerca de dois anos e dois meses de vida útil do aterro de Santo André e o esgotamento do uso do espaço municipal após este período, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) estuda a aquisição de terreno próximo à área, instalada no bairro Cidade São Jorge, para ampliação do local destinado ao recebimento das 630 toneladas de lixo produzidas por dia pela população.

Até março, análise de viabilidade deverá ser entregue à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a quem cabe autorizar o procedimento, destaca o diretor de resíduos sólidos do Semasa, José Elídio Moreira. “A ideia é ampliar no próprio entorno, mas para isso teremos de adquirir uma área, possibilidade viável, mas que depende de aprovação da Cetesb”, considera.

Para Moreira, a compra de espaço para a disposição final dos resíduos tem sido encarada como o caminho mais viável para a solução do problema andreense a curto prazo. Isso porque a outra opção seria o tratamento do lixo com uso de tecnologia, algo ainda inviável do ponto de vista financeiro.

Reaberto em 2014, após ter ficado fechado por cinco anos devido a irregularidades, o aterro recebeu, neste mês, autorização para operar área de 14 mil m², que corresponde à terceira e última fase de ampliação do equipamento municipal. A projeção é a de que o espaço consiga receber até 500 mil toneladas de resíduos, volume que deverá ser acumulado em prazo de dois anos. “Estamos operando na fase chamada ‘dois A’ e só tínhamos dois meses de fôlego. Agora temos dois anos para trabalhar”, destaca Moreira. No total, a autarquia investiu R$ 12 milhões nas três etapas de intervenções.

Enquanto busca alternativa prática para solucionar o problema do lixo, o Semasa planeja também trabalhar a consciência ambiental da população. “Reduzir nosso volume de lixo gerado tem de ser um mantra”, observa. Além de ampliar a reciclagem, a proposta é desmistificar a questão da compostagem (reciclagem do lixo orgânico). O método, que já foi implementado em 48 escolas municipais e cinco estaduais, deve chegar aos parques e condomínios residenciais. “A ideia é aproveitar os resíduos como folhas e galhos e incentivar a população que frequenta esses ambientes a levarem de casa restos e cascas de frutas, por exemplo”, destaca. A ação deverá ter início pelo Parque Antônio Fláquer Ipiranguinha, Vila Alzira.

O aterro, aberto em 1986 e desde 1999 operado pelo Semasa, recebeu nota 9,6 pela própria Cetesb em escala de classificação que vai de zero a 10.

Meta é ampliar Moeda Verde para outros núcleos até abril

Criado em novembro do ano passado para incentivar a troca de resíduos recicláveis por alimentos hortifrúti frescos no Núcleo dos Ciganos, em Santo André, o projeto Moeda Verde será ampliado para outras duas comunidades carentes da cidade até abril. José Elídio Rosa Moreira, diretor de resíduos sólidos do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), explica que os locais ainda estão sendo escolhidos. “Nos surpreendeu o sucesso do projeto, conseguimos eliminar 100% dos pontos de descarte irregular, após instalação de estação de coleta e de trabalho de conscientização ambiental com a comunidade”, diz.

Por meio da ação, é possível trocar cinco quilos de materiais recicláveis por um quilo de legumes, verduras e frutas. Até agora, o programa já coletou uma tonelada de resíduos.

Cooperativa de reciclagem do 2º Subdistrito será aberta até julho

Com índice de reciclagem de lixo de apenas 12%, a Prefeitura de Santo André projeta elevar o percentual para 20% até dezembro. Depois de assinar, no fim do ano passado, contrato que regulamenta e oficializa a operação das duas cooperativas de reciclagem que atuam na cidade – Coopcicla e Cidade Limpa –, a meta é instalar a terceira cooperativa, no 2º Subdistrito até o fim do semestre.

A partir da assinatura do contrato – que tem prazo de um ano de duração, podendo ser prorrogado por mais cinco – as cooperativas passam a ter direitos e deveres formalizados, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Entre os direitos está a remuneração que as entidades passarão a receber do município, por meio de resultados apresentados. A cada tonelada de resíduo reciclável que deixar de ir para o aterro, a cooperativa receberá R$ 45,12, valor pago pelo Semasa para o aterramento do lixo. A meta é chegar a 300 toneladas por mês (de resíduos reciclados por cooperativa).

Por Natália Fernandjes - Diário do Grande ABC
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