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DATA DA PUBLICAÇÃO 01/12/2016 | Cidade
Após pressão, Celma decide que deixará ouvidoria; Rômulo resiste
Após pressão, Celma decide que deixará ouvidoria; Rômulo resiste Foto: Repórter Diário
Foto: Repórter Diário
Depois da pressão que militantes do PT de Mauá fizeram para tentar evitar que filiados do partido façam parte, de alguma forma, do governo do prefeito eleito Atila Jacomussi (PSB), a ex-primeira-dama Celma Dias (PT) indicou que deve deixar o posto de ouvidora municipal no fim do mandato de Donisete Braga (PT), em 31 de dezembro.

Já o hoje superintendente da Arsep (Agência Reguladora dos Serviços Públicos), o ex-vereador Rômulo Fernandes (PT), tem resistido à ideia de renunciar ao mandato à frente do órgão mesmo com a virada de governo. Oficialmente, o ex-parlamentar ainda não se pronunciou. Internamente, porém, o Diário apurou que assessores do petista têm defendido sua permanência no cargo, alegando que o ex-vereador poderia fiscalizar o governo Atila – a Arsep é responsável por supervisionar alguns contratos celebrados pela Prefeitura.

Diferentemente dos demais cargos comissionados, os postos ocupados pelos dois petistas são de livre nomeação do prefeito, mas possuem mandatos em funções estabelecidas por lei. O posto de chefe da ouvidoria é de dois anos – a segunda gestão de Celma encerraria em meados de maio do ano que vem. O mandato de Rômulo à frente da Arsep vai até 2018.

O assunto pautou o debate na reunião do diretório do PT mauaense no dia 21. Não houve movimento formal para que ambos saiam de seus respectivos cargos, porém a sigla entende como natural a renúncia de Celma e de Rômulo já na mudança do governo. O partido quer evitar atrelar figuras da legenda à gestão de Atila, de quem perdeu a reeleição no dia 30 de outubro.

PEDIDOS EM BRASÍLIA
Atila voltou a Brasília ontem e retomou a peregrinação nos gabinetes da equipe do governo Michel Temer (PMDB) em busca de investimentos federais. O prefeito eleito se reuniu com o ministro Gilberto Kassab (PSD, Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), com o secretário nacional de Educação, Felipe Sigollo, e visitou a Pasta de Cidades, onde pediu ampliação de projetos de infraestrutura à cidade.

“Mauá precisa do respaldo do governo federal para retomar o desenvolvimento socioeconômico. Estamos otimistas e animados com os pleitos que fizemos. Dialogamos nos ministérios para viabilizar projetos importantes e também queremos atualizar e destravar algumas obras que pararam ou que foram aprovadas, mas não saíram do papel”, comentou Atila, que já havia desembarcado na Capital Federal no início do mês.

Por Junior Carvalho - Diário do Grande ABC
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