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DATA DA PUBLICAÇÃO 06/10/2014 | Tecnologia
Aplicativo brasileiro ''DogDate'' funciona como ''Tinder para cachorros''
Eles não postam fotos no Instagram em que aparecem malhando, selfies “photoshopadas” no Facebook, ou usam o Twitter para distribuir genialidades em pílulas, nem mandam mensagens para aquele flerte no WhatsApp. Com tantas limitações na hora de achar um parceiro com que possam unir as coleiras, os cachorros receberam a versão canina do Tinder.

O aplicativo "DogDate" lista os perfis de cães, reunindo informações como raça, nome, idade e até os interesses deles. Para angariar fãs e arrasar corações, fotos e vídeos podem ser incluídos (valem selfies). Aplicando os filtros de pesquisa, é possível buscar cachorros que morem em uma determinada região, que sejam de uma raça ou pela disponibilidade do animal (aptos apenas a cruzar ou que dispostos também a passear).

Lançado inicialmente em inglês, o app tem 3 mil usuários, mas apenas 800 deles são brasileiros. Por enquanto apenas para iOS, vai receber uma versão para Android até o fim de outubro. Será quando o “DogDate” ganhará sua primeira atualização com duas novidades: a primeira é uma forma de o dono avisar os usuários do app que estiverem por perto quando seu cachorro estiver perdido; a outra é a indicação de pet shops e veterinários nos arredores.

Ladram e mordem
Mas e aí? Esses cães têm mordido ou só ladram? “A gente tem conseguido marcar encontros”, afirmou Rafael Zatti, sócio da empresa que desenvolve o aplicativo. Ele explica que a plataforma registra todas as interações até que um “date” seja marcado. “Se houve namoro ou casamento dos cãezinhos, a gente não sabe.”

Após vasculhar os e-mails de donos de cachorros satisfeitos, porém, Zatti encontrou o relato de uma conjunção carnal construída a partir do app. Chegaram lá o cão Ace Ventura e a cadela Rhana, de Balneário Camboriú (SC) –existem fotos comprovando o ato, mas não serão publicadas aqui em respeito à privacidade do casal.Aplicativo brasileiro 'DogDate' funciona como um 'Tinder para cachorros'.

A ideia do aplicativo surgiu há três anos, quando Ricardo Melo Luz, um dos sócios no app, buscava uma parceira para seu cão Homer, um Bulldog Campeiro. Criado em 2012, o Tinder nem sonhava em existir nessa época. Apesar de boa, a ideia não vingou e foi lançada sob a forma de aplicativo apenas julho deste ano.

Além de servir para os cachorros engatarem um namoro, o app pode ser usado ainda para donos encontrarem pessoas que queiram passear com seus cães e por ONGs que queiram encontrar novos donos para os cãezinhos de que cuidam. Já há pessoas fazendo isso. O sucesso com a turma do latido fez a equipe do “DogDate” ser procurada por amantes dos gatos. Perguntavam se há no horizonte uma versão para felinos. “A gente nem cogita essa ideia”, diz Zatti.

O que a empresa já planeja, sim, é como ganhar dinheiro com o app. Irão procurar os estabelecimentos comerciais indicados na busca por pet shops e veterinários. Essa estratégia, porém, não tem data para ser implantada. Outra coisa que parece não estar próxima de acontecer é Homer arranjar uma namorada. Ironicamente, a castidade do cachorro, que motivo o "DogDate", permaneceu inabalável nesses três anos e não parece ser arranhada nem pelo aplicativo que ajudou a criar.

Por G1 - Start.up
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