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DATA DA PUBLICAÇÃO 11/12/2017 | Setecidades
Adoção de praças contribui com manutenção e economia
Adoção de praças contribui com manutenção e economia  Áreas cuidadas pela iniciativa privada têm poupado recursos do poder público e garantido preservação. Foto: Nario Barbosa/DGABC
Áreas cuidadas pela iniciativa privada têm poupado recursos do poder público e garantido preservação. Foto: Nario Barbosa/DGABC
Com equipes limitadas e recursos contados para atender dezenas de áreas, a iniciativa privada torna-se importante aliada das administrações públicas para aliviá-las de algumas responsabilidades. Uma dessas parcerias é o sistema de adoção de praças, que, além do auxílio à conservação desses espaços, ajuda as finanças das prefeituras.

Em Santo André, a administração lançou em abril o programa Amigos da Praça, que, até o momento, contabiliza 75 espaços verdes adotados, sendo 66 pela iniciativa privada e pessoas físicas, além de outros nove por meio de compensação ambiental. De acordo com a Prefeitura, a economia projetada com a ação chega a aproximadamente R$ 2 milhões ao ano.

A administração não informou qual a quantidade total de locais existentes na cidade que podem integrar o programa, mas reportagem do Diário publicada em abril de 2014 informava que o município tinha 878 espaços, entre praças e áreas ajardinadas.

Em São Bernardo existem 590 praças, sendo que 150 não são urbanizadas. A atual gestão entregou seis praças-parques (Assunção, Largo da Cohap, Jardim Silvina, Jardim Cláudia, Baeta Neves e Parque Bandeirantes), revitalizadas em parceria com a iniciativa privada, que doou equipamentos como gradis. Além das parceria, outras três foram adotadas por empresas (Praça Paul Harris, no Jardim Hollywood; Miguel Etchenique, no Centro, e Praça Marlene, no Jardim do Mar).

O Paço informou que não é possível mensurar a economia que as parcerias resultam, uma vez que a manutenção está inserida no orçamento da Secretaria de Serviços Urbanos e não há empenho separado para a questão. Em São Caetano, das 74 praças instaladas, cinco são adotadas, o que representa uma economia de R$ 60 mil ao ano.

Em Ribeirão Pires, o programa Adote uma Praça foi regulamentado por decreto municipal de 2016. No entanto, apenas uma área foi adotada pela iniciativa privada – localizada na Avenida Santo André, próximo à estação de trem. “A Prefeitura trabalha para prospectar novos interessados em participar do projeto”, informou a administração municipal, em nota, sem informar a quantidade de espaços instalados.

Em Rio Grande da Serra não há espaços adotados, e as prefeituras das demais cidades não retornaram as informações.

APROVAÇÃO
A população vê as parcerias como grande ganho para a comunidade. Em Santo André, a Praça Itatiba, na Vila Curuçá, ficou “ainda melhor” após ser adotada, na visão da técnica de enfermagem Sílvia Aparecida Santoro Laurentino, 42 anos. “A praça tem uma estrutura muito boa, o que sempre cobramos foi limpeza, poda do mato e manutenção. Como a loja que assumiu é em frente, acredito que agora vai ficar muito bem cuidada.”

A mesma expectativa tem a comerciante Kelly Bento, 40, sobre a Praça Marlene, em São Bernardo. “A Prefeitura vinha de vez em quando baixar o mato, mas agora vemos que, com a parceria, melhorou bastante.

Por Vanessa de Oliveira - Diário do Grande ABC
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