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DATA DA PUBLICAÇÃO 14/05/2014 | Economia
Acessórios em verde e amarelo aparecem no comércio da Região
Acessórios em verde e amarelo aparecem no comércio da Região Milhares de artigos para torcer na Copa podem ser encontrados na Região, mas vendas ainda são pequenas. Foto: Andris Bovo
Milhares de artigos para torcer na Copa podem ser encontrados na Região, mas vendas ainda são pequenas. Foto: Andris Bovo
Comércio de produtos da Copa ainda é tímido, mas lojistas estão otimistas em aumentar as vendas

A pouco menos de um mês para a partida de abertura da Copa do Mundo no Brasil, o comércio na Região anda em marcha lenta para venda de artigos relacionados ao grande evento, embora os comerciantes se digam otimistas em acabar com os estoques nas próximas semanas.

A variedade de produtos verde e amarelos é grande, vai desde camisetas, bandeiras e buzinas até acessórios e spray para o cabelo. A lojista Fernanda Sales, gerente da MaxFesta, no centro de São Bernardo, começou a abastecer a loja desde setembro do ano passado e as vendas começaram em março. “As pessoas procuram primeiro os itens de decoração de ambiente, principalmente as empresas, já os torcedores comuns costumam comprar na semana ou no mesmo dia do jogo”, afirma.

Com a proximidade do primeiro jogo da seleção, a gerente espera superar as vendas da última Copa, em 2010, quando conseguiu atingir 100% de aumento nas vendas. “Dessa vez a festa é na nossa casa e isso muda tudo”, diz otimista. Entre os itens mais procurados estão as bandeiras de carro (R$ 3), bandeiras comuns grandes (R$ 6) e cornetas (de R$ 1,80 a R$ 6).

Nas lojas Armarinhos Fernando, com unidades em Santo André e São Bernardo, cerca de 300 produtos estão à disposição dos clientes para animar a torcida durante dos jogos. Os mais procurados são as buzinas, camisas e bolas. Os preços variam de R$ 1,20 a R$ 24,90.

De acordo com o gerente da loja de Santo André, Carlos Alexandre Vital, a Copa não é o principal motivador das vendas, mas pode agregar em 15% até o final do evento. “Esperamos que os consumidores procurem esses itens mais perto da data, mas se houver manifestações, atrapalharão um pouco a expectativa da rede”, aponta o lojista.

A ajudante geral, Sônia de Moraes, esteve nas ruas do centro para antecipar as compras de acessórios para toda a família torcer pela seleção brasileira desde o primeiro jogo. “Tenho quatro filhos, então vou garantir agora para não correr o risco de ficar sem depois”, disse a consumidora. Já a trabalhadora doméstica Ângela Maria Foganholi gostou de um megafone e resolveu comprar para o filho. “Vamos fazer muito barulho e movimentar toda a vizinhança”, contou animada.

O gerente da Gol de Placa, loja especializada em artigos esportivos no Centro de Santo André, Rogério Carvalho, estava à procura de produtos de decoração para enfeitar a vitrine do estabelecimento. “Nós estamos com boas vendas de camisetas e chuteiras desde o mês passado, e agora temos que chamar mais a atenção dos clientes com a vitrine verde e amarela”, comentou Carvalho.

Figurinhas - A venda de figurinhas e do álbum da Copa aumentou em 50% o volume de vendas das bancas de jornais da Região e da Grande São Paulo. Com preço de R$ 1 por envelope, cerca de mil pacotinhos chegaram a ser vendidos por dia. Para José Antônio Mantovani, presidente do Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas e São Paulo, as figurinhas alavancaram o mercado de bancas, que estava deprimido pela baixa procura por conteúdos impressos.

“Com esse incremento na renda, os jornaleiros precisam investir na estrutura da banca para tornar um tipo de loja de conveniência e atrair público”, aponta Mantovani.

Por Iara Voros - ABCD Maior
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