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DATA DA PUBLICAÇÃO 05/02/2015 | Setecidades
ABCD teve quase 2 mil cães e gatos adotados em 2014
ABCD teve quase 2 mil cães e gatos adotados em 2014 Além das feiras promovidas pelas prefeituras, adoções podem ser feitas também nos Centros de Controle de Zoonoses. Foto: Andris Bovo
Além das feiras promovidas pelas prefeituras, adoções podem ser feitas também nos Centros de Controle de Zoonoses. Foto: Andris Bovo
Média de adoção é de cinco animais por dia; Ribeirão Pires lidera com 527 adoções no ano passado

Os Centros de Controle de Zoonoses do ABCD registraram em 2014 a adoção de 1.918 cães e gatos abandonados. Ribeirão Pires, uma das menores cidades em número de habitantes da Região, com 113 mil, lidera o número de animais adotados. Apenas no CCZ de Ribeirão foram registradas 527 adoções.

No ano passado, a Região alcançou a média de cinco animais adotados por dia apenas nos serviços públicos de adoção. O menor número de adoções foi registrado em São Caetano, o que também está relacionado à incidência mais baixa de abandono na cidade.

O número de cães que ganharam novos lares na Região ainda é superior ao número de felinos, sendo apenas 604 gatos entre as 1.918 adoções.

Realizadas na maioria das cidades do ABCD há cerca de dois anos, as feiras de adoção foram o principal pontapé no aumento do índice de adoção de animais abandonados. “Em Diadema o aumento foi de quase 80% desde que começamos a realizar as edições da feira. As pessoas nem sempre vão até o CCZ, mas a realização desses eventos em praças facilita o encontro dos moradores com esses animais”, explicou Carla Cruz, chefe do serviço de Zoonoses da Prefeitura de Diadema, onde 380 animais ganharam um novo lar em 2014 por meio do CCZ.

De acordo com a Prefeitura de Ribeirão Pires, as feiras foram o principal motivo para tornar a cidade líder no número de adoções. Foram realizados 46 eventos do tipo em 2014 no município, uma média de quase quatro feiras mensais, enquanto nas outras cidades elas ocorrem mensalmente.

Desde 2008, quando foram proibidas as famosas carrocinhas – que recolhiam animais de rua para eutanásia –, os CCZs só podem recolher animais em situação de sofrimento para reabilitá-los para adoção ou sacrificar os animais em casos extremos. “Apenas animais acidentados ou em risco de vida são recolhidos, mas muitas pessoas costumam abandonar animais no entorno do CCZ”, explicou a diretora do Centro de Diadema.

Outros casos - Em São Bernardo, quem visita o CCZ pode encontrar até mesmo equinos e bovinos para adoção. Diretor do Centro de Controle de Zoonoses da cidade, Marcos Vicente Trench explica que, como são casos mais raros, existem filas para adoção desses tipos de animais. Atualmente, o CCZ da cidade conta com dois cavalos e uma vaca em fase de reabilitação para serem destinados a seus futuros donos.

De acordo com Trench, cães filhotes ainda são líderes absolutos nos casos de adoção. “Infelizmente, os casos de adoção de cães e gatos mais velhos ainda são minoria. Temos um cão há dez anos conosco, o Trancoso, na fila de espera pela adoção”, lamentou.

Adoção - Os interessados em adotar um animal devem ter mais de 18 anos e levar cópias do CPF e comprovante de residência. Os animais abrigados e doados são vermifugados, castrados e recebem vacina antirrábica.

Por Nicole Briones - ABCD Maior
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