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Bom Dia - Mauá,
Sábado, 01 de novembro de 2014
 
 
 
Mauá Virtual
 

Histórico da Cidade de Mauá

Mauá (pronuncia - se AFI: [ma'wa]) é um município do estado de São Paulo, da Região Metropolitana de São Paulo, pertencente à região do ABC Paulista.

A densidade demográfica é de 6.463,7 hab/km². Porém, a densidade urbana é bem maior, já que um terço do município é área industrial e 10% pertence à área rural e ao Parque Estadual da Serra do Mar. É o 23° município do estado em PIB e o 11º em população, com 417.458 habitantes.

Mauá está entre as 50 cidades mais populosas de todo o Brasil, na posição 48ª.

Economia
Transportes
Geografia
Política Municipal



Economia

Embora existam vários ramos de atividade econômica na cidade, Logística, Metalurgia, Indústrias Químicas e Materiais Elétricos, e Petroquímico. Ainda hoje Mauá é lembrada como a "Capital da Louça e da Cerâmica", devido ao fato de esta atividade ter sido bastante importante para o desenvolvimento do município. Existem dois polos industriais (Capuava e Sertãozinho) e um grande Pólo Petroquímico onde está localizada a refinaria da Petrobrás, a RECAP, estes polos transformaram Mauá em um dos maiores parques industriais do país. Estão em implementação grandes intervenções viárias (Rodoanel e o prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego/Nova Trabalhadores), que devido á facilitação do acesso á cidade devem influenciar no crescimento da atividade industrial que hoje sofre com o estrangulamento da malha viária e com sua crônica falta de manutenção.

Algumas empresas com sede ou filial no município de Mauá: Foz do Brasil (comercialização de água e tratamento de esgoto), ALCAN (alumínio), Grecco Transportes (logística), CGE (metalúrgica), Petrobrás (refino de petróleo, nitrogenados e gás de cozinha), Ultragaz (gás de cozinha), Bandeirante Química (derivados de petróleo), Porcelana Schmidt (porcelanas de mesa), Liquigás (gás de cozinha), Copagás (gás de cozinha), Polibrasil (polietileno), Vitopel (resinas petrolíferas para fabricação de papel e celulose), Chevron-Oronite (derivados de petróleo), Oxiteno-Ultra (gases derivados de petróleo exceto GNV), Firestone (pneus), Tintas Coral (pigmentos), Saint-Gobain (vidros automotivos), COFAP (metalurgia e peças automotivas), Polimetri (estampados e componentes soldados para linha automotiva) Tupy (metalurgia), ALMAN (metalúrgica em alumínio), Brastemp (componentes para eletrodomésticos), [[Líder (brinquedos), Klash tattoo Mauá(a maior rede de piercing e tatuagem do Brasil).



Transportes

Servida pelos trens da linha 10 da CPTM, com as estações Capuava, Mauá e Estação Guapituba. Também servida pelo corredor da METRA, tendo uma parada e uma linha de Trólebus que sai do Terminal do Sônia Maria.
Linhas de Ônibus Municipal.

Atualmente a malha municipal mauaense conta com 50 itinerários diferentes, divididos em dois lotes.

Empresas Intermunicipais: E.A.O.S.A., Viação Ribeirão Pires, Rigras, Publix e Metra. Empresas Municipais: Lote 01: Viação Cidade de Mauá. Lote 02: Grupo Leblon Transporte de Passageiros e Viação Estrela de Mauá

Linhas de Ônibus Municipal

O sistema municipal esta passando por reformulações, incluindo mudanças no itinerários e construção de novos terminais de ônibus. Após monópolio de quase três decadas, no dia 6 de novembro de 2010, deixaram de operar no município os ônibus da Viação Januária, sendo substituidos pelos ônibus da Viação Leblon. Hoje duas empresas distintas fornecem o transporte público municipal, sendo 65% das linhas nas mãos da Viação Cidade de Mauá (VCM) e 45% sob gerenciamento da Leblon.

A nomenclatura de algumas linhas mudou de acordo com o itinerário. Assim como na cidade de Santo André, os novos itinerários apresentam letras antecedendo os números, sendo:

AL ou T - Linhas Alimentadoras: Bairro - Terminal local.
B - Linhas Entre Bairros: Bairro 1 - Centro - Bairro 2.
C - Linhas Circulares: Centro - Bairro - Centro.
R - Linhas Radiais: Bairro - Centro

VCM (Viação Cidade de Mauá)

021 - Sertãozinho/ Centro
022 - Vila Carlina/ Centro
023 - ACIBAM/ Centro
031 - Pq. São Vicente/ Centro
032 - Divisa/ Centro
041 - Vila Mercedes/ Centro
043 - Guapituba/ Centro
071 - Paranavaí/ Centro
072 - Nova Mauá/ Centro
073 - Oratório/ Centro
087 - Boa Vista/ Centro
102 - Jd. Mauá/ Centro
103 - Bógus/ Centro
104 - Salgueiro/ Centro
111 - Cruzeiro/ Centro
125 - Olinda via Campo Verde/ Centro
132 - Camargo/ Centro
133 - Esperança/ Centro
134 - Santista/ Centro
136 - Canadá/ Centro
0802 - Sertãozinho/ Zaíra via Nova Mauá
AL-111 - São Lúcido/ Feital
B-1091 - Itapark/ Pq. das Américas
C-1011 - Centro/ Aracy via Falchi
R-1111 - Feital/ Centro
R-1112 - Hélida via São João/ Centro

A novidade da VCM (Viação Cidade de Mauá) é a linha 0802 - Sertãozinho/ Zaíra via Nova Mauá, ela é a unica linha de ônibus da cidade que liga dois bairros sem passar no centro, por conta de não passar no centro ela não usa o "B" antes do numero da linha.

Leblon

044 - Camila
051 - Capuava
061 - Sônia Maria/ Term. Centro
074 - Rosina
075 - Nova Mauá via Cerqueira Leite
080 - Term. Zaíra/ Term. Centro
081 - Égnes Rimazza
082 - Zaíra 2 via Boa Esperança
084 - Zaíra 4
088 - Miranda via Barão ou Miranda via Castelo
092 - Santa Rosa
122 - Jd. Sílvia via Bom Recanto ou Jd. Sílvia via Vila Ana
123 - Itapark Novo
142 - Luzitano
143 - Sampaio Vidal
144 - Vital Brasil
356 - Expresso Term. Zaíra/ Term. Centro
T83 - Zaíra 3
T85 - Zaíra 5
T86 - Zaíra 6

Outra novidade na cidade é a linha 356 - Expresso Term. Zaíra/ Term. Centro, essa linha só funciona de segunda a sexta nos horários de pico, ela vai direto do terminal central ao terminal zaíra sem parar nos pontos de ônibus, e além de não parar nos pontos, ela não usa a Av. Castelo Branco, assim ela não pega transito e o tempo de viagem fica menor.



Geografia

Clima

O município localiza-se a 818 metros acima do nível do mar, no limite entre a serra do mar e o planalto. Em decorrência disso o clima da cidade é considerado subtropical, com temperatura média durante o ano em torno dos 18°C, raramente ultrapassando os 30°C no verão. No inverno a média é de 9 a 14°C.

Relevo

A paisagem mauaense é dominada pela formação de morros e picos íngremes, típicos da Serra do Mar e por profundos vales alagadiços, hoje na grande maioria aterrados e ocupados de forma desordenada, o quê justifica a alta incidência de enchentes. Somente a região do vale do Rio Tamanduateí no bairro Capuava é tipicamente plana. Relatos históricos descrevem o local como sendo onde os primeiros bandeirantes, vindos de São Vicente avistaram o planalto paulista e deram á região o nome de Borda do Campo, por fazer transição entre a Serra do Mar e o Planalto Paulista. O ponto mais alto da cidade é o Morro Pelado, com 867 metros de altitude (o terceiro mais alto da Grande São Paulo), porém, a cidade é, em média a mais alta da região metropolitana, devido á carência de áreas planas.

Hidrografia

A cidade tem como característica hidrográfica especial não ser cortada por nenhum curso d'água proveniente de outro município, visto que, devido a altitude elevada, todos os cursos d´água que cortam o território de Mauá, nascem na cidade. No município nasce o Rio Tamanduateí, o terceiro maior afluente do Rio Tietê na Grande São Paulo e ainda o Rio do Oratório e os rios Pinheirinho e Guaió. Os cursos d´água mais importantes em trecho urbano são o Córrego Taboão, o Córrego Corumbé e o Córrego Capitão João (sob o qual está a Praça XXII de Novembro). Devido á ocupação desordenada das várzeas, muitos trechos antes alagadiços que funcionavam como absorvedores do excesso de água das chuvas foram aterrados e a cidade tem vários pontos sob forte risco de enchentes. A situação foi amenizada com a construção de quatro piscinões pelo governo do Estado em parceria com a Prefeitura entre os anos de 1998 e 2002. Um no Parque do Paço para o Córrego Taboão, um no Jardim Zaíra para o Córrego Corumbé, um no Jardim Sônia Maria para o Rio Oratório e um no Bairro Capuava, para o próprio Rio Tamanduateí (este último é o maior da América Latina), porém, devido á falta de manutenção, o excesso de lixo e assoreamento os piscinões não conseguem conter com eficiência total o risco de enchentes.

Além da ocupação desordenada, a falta de redes de esgoto e de tratamento de resíduos faz com que os cursos d´água urbanos da cidade estejam completamente poluídos.

Vegetação

A cidade, devido á grande variação de altitude possui um vasto espectro de paisagens naturais, embora grande parte tenha sido transformada pela ocupação humana. As encostas dos morros eram originalmente ocupadas por uma exuberante vegetação de Mata Atlântica, embora, já misturada com espécies do Planalto Paulista e com araucárias típicas do clima de altitude. Na cidade, as áreas de mata Atlântica mais preservadas são as áreas de mananciais, o Tanque da Paulista, o Parque Ecológico Santa Luzia e as encostas do Guaraciaba. As várzeas eram de modo geral cobertas por juncos e taboas, plantas típicas de áreas alagadiças e pantanosas. Atualmente, apenas o Córrego Taboão possui vegetação original em ambiente urbano, mas, deverá perder boa parte dela, devido as obras de retificação para a ligação com o Rodoanel. Os vales dos rios Guaió e Pinheirinho na região de Cappburgo estão ainda com essa vegetação, apesar da crescente favelização local. Os picos dos morros, principalmente os mais elevados eram cobertos por gramíneas e vegetações ralas, atualmente, o maior representante é o Morro Pelado, que leva esse nome pela vegetação muito baixa que o cobre.



Política Municipal

Desde a redemocratização, a política municipal é polarizada entre a esquerda liderada pelo atual prefeito Oswaldo Dias (PT) e a direita formada por uma coalização de partidos, liderados pelos ex-prefeitos Leonel Damo (sem partido) e José Carlos Grecco. Ambos tiveram governos impopulares e anunciaram suas aposentadorias políticas (Grecco já em 1997 e Damo em 2006).

Com isso, surgiram novos nomes que buscam a liderança da direita na cidade, mas, devido a rachas seu rumo passou a ser ainda mais incerto. Em 1996, 2000 e 2004 os petistas obtiveram vitórias apertadas, mas, em 2008 venceram com facilidade. Após a quarta derrota consecutiva, a direita viu muitos aliados passarem a apoiar o modelo petista de governo (PSDC, PP e PR, passaram a integrar o governo de Oswaldo Dias). Agora, buscam um nome forte capaz de unir todas as correntes e formular uma nova proposta política para a cidade.

A deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) conta com a vitrine de ter conquistado a reeleição mesmo sem o apoio do governo municipal e militando em uma legenda que apoiava a candidata do PT á Presidência da República Dilma Rousseff, mas, carrega consigo a alta taxa de reprovação dos dois governos do seu pai. Átila Jacomussi (PV), apesar de assim como Vanessa ter um sobrenome tradicional na cidade, terá que assumir o controle de seu próprio partido, derrubando a hipótese do prefeito de Ribeirão Pires Clóvis Volpi mudar seu domicílio eleitoral novamente para Mauá e disputar a Prefeitura. Chiquinho do Zaíra (PTdoB), que embora tenha sido derrotado em sua segunda tentativa de chegar ao Paço, perdendo o apoio do PSDC e do PHS ainda no primeiro turno, demonstrou resistência e sofreu uma derrota menos dura que o esperado. A candidatura mal sucedida para a Câmara Federal pelo PMN em 2010 tornou seu peso político incerto.

Os três terão que realizar uma ampla negociação com outra lideranças secundárias se quiserem obter êxito na difícil tarefa de liderar a oposição. Cincinato Freire (PSDC), Paulo Bio (PMDB) representarão o fio da balança no jogo de bastidores para formar uma aliança que reorganize a direita na cidade.

Wagner Rubinelli (PPS) ex-deputado federal que ainda é uma alternativa de esquerda no município, pode se aproximar ao PT, seu antigo partido, sobretudo depois que fracassou na sua tentativa de retornar a Câmara Municipal em 2008. Diniz Lopes (PR) será uma peça chave tanto para o PT quanto para a direita. Ele foi prefeito interino da cidade durante o imbróglio em obteve mais de 22% dos votos na última eleição. Foi a maior votação de um candidato que tentou lançar uma terceira via na história da cidade. Em 1996, Cincinato Freire (ainda pelo PR), obteve pouco mais de 14%. Paulo Bio, pelo PMDB em 2000 obteve pouco mais de 11%. Chiquinho do Zaíra pelo PSB em 2004, ficou com pouco mais de 10%. Diniz, perdeu muitos aliados quando deixou o PSDB para apoiar o PT no segundo turno das eleições de 2008, e, embora atualmente faça parte do governo petista (como superintendente da SAMA -autarquia de saneamento básico da cidade), o fato de não ter conseguido se eleger deputado estadual nas tentativas de 2006 e 2010 tornaram seu peso político incerto.

Atualmente a cidade tem dois deputados estaduais: Vanessa Damo (PMDB) e Donisete Braga (PT). Enquanto a peemedebista (mais jovem deputada estadual de SP), faz parte da base de sustentação do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) na Assembleia Legislativa paulista, o petista Donisete Braga faz parte da bancada de oposição.

O histórico de deputados federais cidade é composto por José Carlos Grecco que se elegeu em 1988 e Wagner Rubinelli eleito em 2002, estes os únicos representantes de Mauá na Câmara dos Deputados. Já o histórico de deputados estaduais é composto por Leonel Damo eleito em 1990, Clóvis Volpi eleito em 1994, Donisete Braga eleito em 2002, 2006 e 2010 e Vanessa Damo eleita em 2006 e 2010.

Poder executivo

Desde 1954, ano em que Mauá recebeu o status de município ao desmembrar-se de Santo André, foram eleitos ou nomeados os seguintes Prefeitos:

Ennio Brancalion - 1 de janeiro de 1955 a 31 de dezembro de 1958
Élio Bernardi - 1 de janeiro de 1959 a 3 de setembro de 1962
Amélio Zuliani - 4 de setembro de 1962 a 31 de dezembro de 1962
Edgard Grecco - 1 de janeiro de 1963 a 17 de setembro de 1965
José M. Lacava - 18 de setembro de 1965 a 31 de dezembro de 1966
Élio Bernardi - 1 de janeiro de 1967 a 31 de janeiro de 1970
Américo Perrella - 1 de fevereiro de 1970 a 31 de janeiro de 1973
Amaury Fioravanti - 1 de fevereiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977
Dorival Resende - 1 de fevereiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983
Leonel Damo - 1 de fevereiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988
Amaury Fioravanti - 1 de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992
José Carlos Grecco - 1 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996
Oswaldo Dias - 1 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000
Oswaldo Dias - 1 de janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2004
Diniz Lopes dos Santos (interino) - 1 de janeiro de 2005 a 6 de dezembro de 2005
Leonel Damo - 7 de dezembro de 2005 a 31 de dezembro de 2008
Oswaldo Dias - 1 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012
Donisete Braga - 1 de janeiro de 2013 a 31 de dezembro de 2016

Poder Legislativo

A Câmara Municipal de Mauá conta atualmente com 17 vereadores.

Alberto “Betão” Pereira Justino (PT do B)
Pastor Altino Moreira (PRB)
Atila Jacomussi (PPS)
"Batoré” (PP)
Professor Betinho (PSDC)
Dr. Cincinato Freire (PDT)
Dario Coelho (PT) -suplente de Paulo Suares(PT)
Edgard Grecco (PMDB)
Edimar da Reciclagem (PSDB)
Ivan (PSB)
Luiz Alfredo Simão (PSB)
Manoel Lopes (DEM)
Marcelo Oliveira (PT)
Irmão Ozelito (PTB)
Rogério Santana (PT)- atual presidente da Câmara
Rômulo Fernandes (PT)
Silvar Silva Silveira (PV)

 

Município de Mauá/SP
"Capital da Porcelana"

Aniversário 8 de dezembro
Fundação 08/12/1954 (56 anos)
Gentílico Mauaense
Lema "Quem ama cuida"
Prefeito Oswaldo Dias (PT)
2009-2012
Região Metropolitana São Paulo
Municípios Limítrofes Norte: São Paulo;Nordeste: Ferraz de Vasconcelos; Sudeste: Ribeirão Pires e Oeste: Santo André.
Distância da Capital 26Km
Área 62,293 km²
População 417.281 hab. (SP: 11º)
Densidade 6.698,68 hab./km²
Altitude 818
Clima Subtropical
Fuso Horário UTC -3

Localização

Bandeira

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